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Grupo de Crise da ARS Centro defende cuidados de saúde de proximidade
DATA
18/10/2017 10:37:10
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Grupo de Crise da ARS Centro defende cuidados de saúde de proximidade

O Grupo de Crise da Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro para os Incêndios defendeu ontem a necessidade de “prosseguir a dinâmica assistencial de proximidade com as populações”, com recurso aos meios locais e em articulação com os hospitais.

Numa reunião do Grupo de Crise para os Incêndios na região Centro, realizada ontem, na ARS do Centro, foi sublinhada “a necessidade de se prosseguir a dinâmica assistencial de proximidade com as populações, utilizando os recursos existentes a nível de cuidados de saúde primários em articulação com os hospitais, valorizando a intervenção das unidades de saúde mental comunitárias”, afirma a ARS do Centro, numa nota enviada à Agência Lusa.

“A articulação dos cuidados de saúde primários diretamente com os autarcas das câmaras municipais e juntas de freguesia foi também um dos assuntos em discussão” durante o encontro, refere a mesma nota, adiantando que o ministro da Saúde participou na parte “final dos trabalhos”.

Criado no âmbito dos incêndios que começaram em 17 de junho em Pedrógão Grande, o Grupo de Crise da ARS para os Incêndios na região Centro, que é multidisciplinar, reformulou a sua constituição “face à ocorrência dos fogos florestais de outubro”, indica a ARS.

A reunião de ontem, que surgiu “na sequência dos incêndios verificados nos últimos dias na região Centro”, contou com a participação do Conselho Diretivo da ARS Centro, presidido por José Tereso, do Grupo de Crise e de "todas as entidades responsáveis pela prestação de cuidados de saúde, designadamente agrupamentos de centros de saúde (ACeS), unidades locais de saúde, hospitais e centros hospitalares”.

O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, “expressou o seu reconhecimento pelo intenso trabalho desenvolvido pelas unidades de saúde durante o passado fim de semana”, dominado pelos incêndios florestais, acrescenta a ARS do Centro.

Campos Fernandes, que também “destacou que as unidades de saúde devem intensificar a partilha de recursos e prosseguir o caminho da entreajuda”, juntou-se à reunião depois de ter acompanhado o primeiro-ministro, António Costa, que se deslocou, ontem durante a manhã, à Unidade de Queimados do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

A Unidade de Queimados é um dos serviços do CHUC onde estão internados um total de 31 feridos dos incêndios de domingo e segunda-feira na região Centro.

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