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UC e CHUC assumem presidência da Cimeira Mundial de Saúde
DATA
19/10/2017 10:29:54
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UC e CHUC assumem presidência da Cimeira Mundial de Saúde

O reitor da Universidade de Coimbra (UC) e o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) assumiram a presidência da Cimeira Mundial da Saúde e da Aliança M8.

Em comunicado, a UC adianta que o reitor João Gabriel Silva e o presidente do Conselho de Administração do CHUC, Fernando Regateiro, tomaram posse dos respetivos cargos na passada terça-feira, em Berlim, na Alemanha.

“O posicionamento da UC como universidade global fica mais sólido, sendo um grande reforço da necessidade de usarmos sempre patamares de qualidade global”, destacou o reitor, citado na nota de imprensa enviada à Agência Lusa.

Por seu lado, Fernando Regateiro salientou “o reforço da projeção internacional do CHUC, a par do reconhecimento do elevado nível dos seus profissionais e dos cuidados de saúde que prestam”.

Portugal, representado pelo consórcio CHUC e UC, foi admitido a 11 de outubro de 2015 na Aliança M8, considerado o G8 da Saúde, cuja rede é a base académica de excelência e na qual está assente a organização da Cimeira Mundial de Saúde, fórum anual para o diálogo sobre os cuidados de saúde.

A Aliança M8 tem como principal missão a melhoria da saúde a nível global, promovendo a investigação translacional, bem como a inovação na abordagem da prestação de cuidados, almejando o desenvolvimento de sistemas de saúde eficazes na prevenção da doença.

A conferência intercalar da Cimeira Mundial de Saúde de 2018 vai realizar-se em Coimbra, a 19 e 20 de abril, dedicada ao tema da “Medicina de Fronteira”.

De acordo com o consórcio português CHUC/UC, são esperados na conferência intercalar de abril de 2018 cerca de 700 especialistas provenientes de todo o mundo, da Europa à Ásia, passando pela África, Médio Oriente, América do Norte, Central e do Sul, que se vão reunir no Convento São Francisco.

Os principais tópicos em análise serão as abordagens das doenças infeciosas nos países em desenvolvimento; as políticas globais de saúde que melhor respondem às necessidades desses países; os desafios e as oportunidades associadas à translação da inovação para os cuidados de saúde; e ainda, num mundo em mudança, o melhor modo de fazer educação médica e biomédica.

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