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Hospital de Guimarães reforça sustentabilidade financeira em 7,8 ME
DATA
11/01/2018 10:53:46
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Hospital de Guimarães reforça sustentabilidade financeira em 7,8 ME

O Hospital da Senhora da Oliveira Guimarães (HSOG) viu a sua sustentabilidade financeira reforçada em 7,8 milhões de euros, de acordo com o comunicado enviado.

No final do ano passado, os acionistas do HSOG – os ministérios da Saúde e das Finanças –, investiram 2,3 milhões de euros para compensar parte da produção realizada acima do valor inicialmente contratado (valor base do contrato programa anual). Agora, “os mesmos acionistas injetaram mais 5,5 milhões de reforço para cumprimento dos compromissos do hospital com fornecedores, melhorando a sua capacidade negocial e permitindo também o cumprimento dos prazos de pagamento previstos por lei”, pode ler-se no comunicado.

Este reforço permite também “apostar no desenvolvimento de novos projetos, como a criação de uma área de ambulatório programado de alta resolução e outra de diagnóstico rápido”, é indicado. O objetivo, esclarece o HSOG, é que numa única deslocação ao hospital seja iniciada e concluída a intervenção necessária.

A par destes novos desenvolvimentos, o hospital lança a obra da requalificação e ampliação do serviço de urgência neste primeiro trimestre de 2018. Um investimento de 3,1 milhões de euros de forma a melhorar as condições de atendimento dos doentes, assim como melhorar as condições de trabalho dos profissionais de saúde que laboram nesta área.

“Com uma ampliação em mais de 1.000 metros quadrados em relação à área existente, pretende-se adequar o espaço físico à necessidade assistencial progressiva do doente crítico, ampliar a área pediátrica, criar uma unidade de cuidados intermédios, criar áreas assistenciais organizadas por prioridade na triagem e criar uma nova via de acesso dedicada à consulta externa”, é referido no mesmo comunicado.

Simultaneamente, o hospital está a implementar um projeto de sustentabilidade e eficiência no uso de recursos energéticos com um valor total de 3,6 milhões, recorrendo a fundos comunitários, que “irá permitir uma poupança anual estimada de 350 mil euros através da produção autónoma de energia por fontes renováveis e pela redução do próprio consumo de energia. Permitirá ainda resolver vários problemas estruturais dos edifícios hospitalares, assim como uma renovação em termos de instalações, equipamentos e de inteligência, de modo a que a pegada ecológica seja reduzida”, conclui o comunicado, que prevê a finalização do projeto durante este ano.

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