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Governo utiliza farmácias para a saúde pública
DATA
10/04/2018 11:00:00
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Governo utiliza farmácias para a saúde pública

Foi publicada, em Diário da República, uma portaria que define os serviços de saúde, prevenção da doença e promoção do bem-estar que podem ser prestados pelas farmácias. O diploma compreende cuidados prestados por farmacêuticos e por outros profissionais, como enfermeiros e nutricionistas.

Os testes rápidos de VIH-Sida e Hepatite, bem como os cuidados de doentes ostomizados são alguns dos serviços referidos na portaria, assinada pelo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes.

“As farmácias assumem a sua responsabilidade como rede de serviços de saúde melhor distribuída pelo território. Vão sempre prestar aos portugueses, com toda a confidencialidade e segurança, os serviços que possam contribuir para a sua saúde, em colaboração com os profissionais e as instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, reage o presidente da Associação Nacional das Farmácias, Paulo Cleto Duarte.

A definição dos serviços das farmácias comunitárias foi um compromisso assumido pelo Governo no Acordo celebrado há um ano com a Associação Nacional de Farmácias (ANF). “Nós temos disponibilidade para prestar estes e outros serviços no futuro, contribuindo para a prevenção da doença e a melhoria dos indicadores de saúde dos portugueses”, afirma Paulo Cleto Duarte.

Portugal tem 2.922 farmácias, equitativamente distribuídas pelo continente e todas as onze ilhas dos Açores e Madeira. “As farmácias aproximam o SNS das pessoas. Prestamos serviços com a mesma qualidade em Moncorvo, Lisboa ou na ilha das Flores, contribuindo para a coesão territorial e a eficácia das políticas de saúde pública”, garante o presidente da ANF.

As farmácias têm, em média, três farmacêuticos, o que faz da rede portuguesas uma das cinco redes de farmácias mais qualificadas do mundo. 

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