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SPMI: Rastreios, dança e debates na Festa da Saúde no Porto
DATA
02/07/2018 11:31:49
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Jornal Médico
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SPMI: Rastreios, dança e debates na Festa da Saúde no Porto

Rastreios, música, dança, debates e showcookings são apenas algumas das atividades que os participantes podem encontrar na 2.ª edição da Festa da Saúde. A iniciativa, promovida pela Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), decorre já no próximo fim de semana, a partir das 10:00 horas, nos jardins do Palácio de Cristal, no Porto.

De acordo com a SPMI são esperados "mais de 15 mil participantes", sobretudo famílias, que vão poder realizar rastreios à função respiratória, tensão arterial, Índice de Massa Corporal ou visão, entre outros.

Os participantes vão poder fazer ginástica e apreciar um pequeno-almoço, almoço ou lanche saudáveis, com os ensinamentos do chef Fábio Bernardino e, ainda, assistir a conversas com especialistas de várias áreas, que vão falar sobre a forma como a cidade pode promover a Saúde, a importância de adotar estilos de vida saudáveis e evitar os comportamentos de risco.

“Serão conversas despreocupadas, com uma linguagem de fácil entendimento por todos, sobre temas como ‘A cidade na saúde do indivíduo’, ‘Desporto, sexo e outras ousadias sem prazo de validade’ ou ainda ‘Perplexidades do nosso tempo: morremos por comer demais e temos doenças por excesso de limpeza’”, explica o presidente da SPMI, João Araújo Correia, em comunicado.

Uma vez que “a oferta é grande” e para que os visitantes não se “percam”, será oferecido o Passaporte da Saúde, um documento onde todos vão poder recolher carimbos nas bancas por onde vão passando, chegando ao fim com “um verdadeiro atestado de saúde”, sublinha o responsável.

Inserida na iniciativa CIDADE+, um evento anual, gratuito, que celebra a sustentabilidade e o ambiente, a Festa da Saúde é um evento igualmente gratuito e pretende ser um meio de informação e de motivação à adoção de hábitos de vida saudável.

“A prevenção continua a ser o melhor remédio. Sempre foi uma aposta muito mais rentável e é muito mais simpático evitar a doença do que tê-la”, frisa o presidente da SPMI.

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