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CHLC: Transferência de grávidas entre maternidades sempre existiu
DATA
09/07/2018 11:31:19
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CHLC: Transferência de grávidas entre maternidades sempre existiu

A presidente do Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC), responsável pela gestão da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), entre outras unidades, disse que a transferência de grávidas entre maternidades é excecional, mas que sempre existiu e é feita com a máxima segurança.

Após o presidente da Secção Regional do Sul da Ordem dos Médicos, Alexandre Lourenço, ter denunciado publicamente que o encerramento de três salas de parto na MAC estava a levar à transferência de grávidas a meio do trabalho de parto para outras maternidades, a presidente do Conselho de Administração do CHLC fez questão de esclarecer estas afirmações.

“É desta maneira que funciona, que funciona há muito tempo, que funciona bem e que dá resposta a todas as pessoas”, disse Ana Escoval, em declarações à agência Lusa.

A responsável do CHLC acrescentou que “as equipas procuram sempre dar o seu melhor. Quando há uma transferência ou transporte pelo INEM é sempre em condições de máxima segurança. É importante que a população saiba isto, não podemos contribuir para alarmes sociais”.

Ana Escoval explicou que a MAC não recebe todos os dias o mesmo número de partos, logo se houver um grande número de afluência, podem existir transferências para outras maternidades, tal como acontece noutros hospitais do país.

Se for necessário, “para garantir a qualidade e segurança da mulher, as equipas solicitam ao INEM que a leve para outras maternidades”, disse, explicando que este é um procedimento normal e que não existe caso para alarme.

Ana Escoval explicou, ainda, que na Alfredo da Costa, bem como noutras maternidades, só em “casos muito excecionais” se pede ajuda a outros hospitais, frisando que as equipas desta área são das que mais interagem e cooperam. “Há espírito de entreajuda para todas as situações”, disse.

Mesmo em período de férias, a presidente do CHLC garante que há um mínimo aceitável de equipas médicas, reiterando que não é justo que se faça “alarme social” com uma situação que é normal e sempre existiu.

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