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Hospital do Litoral Alentejano investe 1,6 M€ na ampliação da Urgência
DATA
16/07/2018 17:51:20
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Hospital do Litoral Alentejano investe 1,6 M€ na ampliação da Urgência

O Hospital do Litoral Alentejano (HLA), em Santiago do Cacém, investiu 1,6 milhões de euros nas obras de ampliação do serviço de Urgência, que deverão estar concluídas em outubro.

“A conclusão está prevista para outubro e, de acordo com o cronograma da obra, não há evidências de que esteja atrasada. A estrutura está montada e já estão a fazer uma das ligações entre os dois edifícios”, explicou, em declarações à agência Lusa, o presidente da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA), Luís Matias.

Caso não exista nenhum atraso, a nova Urgência “estará em funcionamento pleno no final deste ano”, adiantou o responsável da ULSLA.

Note-se que as obras, iniciadas em janeiro deste ano, pretendem melhorar as condições de atendimento dos utentes da Urgência médico-cirúrgica do HLA.

“Vamos ter mais disponibilidade de camas e gabinetes, áreas de espera interna condignas, uma sala de tratamentos mais ampla e moderna, duas salas de pequena cirurgia, um gabinete de exames e uma área para a ortopedia, o que nos permite dizer que vamos ter uma grande melhoria das condições atuais da urgência”, sublinhou Luís Matias.

Após a conclusão da obra de ampliação, a Urgência ficará com uma área total de 1.300 metros quadrados. “Esta ampliação é quase toda nova e prevê a ligação ao atual edifício”, adiantou o responsável.

“Vamos ainda aproveitar para relocalizar a farmácia do HLA, que é encostada à urgência, para criar nessa área um hospital de dia com serviço de ambulatório”, acrescentou.

O presidente da ULSLA adiantou, ainda, que “conta poder reforçar a equipa” até à entrada em funcionamento da nova urgência.

O presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, José Robalo, reconheceu que a atual urgência do HLA "está desadequada" e que a ampliação vai melhorar as condições de atendimento dos utentes.

“A atual urgência está desadequada às necessidades das populações e o que vamos criar é melhores condições, quer de acessibilidade, quer de organização do próprio serviço”, sublinhou.

A nova estrutura, frisou, “é uma mais valia que estava projetada há muitos anos” e que vai resultar “numa melhoria no acolhimento dos doentes”.

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