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José de Mello Saúde: Lucro aumenta 3,3% para 13,7 ME no 1.º semestre
DATA
16/08/2018 10:24:01
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José de Mello Saúde: Lucro aumenta 3,3% para 13,7 ME no 1.º semestre

O lucro da José de Mello Saúde aumentou 3,3% no primeiro semestre deste ano, face ao mesmo período de 2017, atingindo os 13,7 milhões de euros (ME).

Em comunicado, enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a José de Mello Saúde afirma que nos primeiros seis meses do ano “apresentou uma performance positiva em todas as linhas da sua atividade assistencial”, o que “reflete uma trajetória de crescimento operacional sustentado, em paralelo com a implementação da sua estratégia de investimento e expansão geográfica, consolidando a sua posição de liderança no setor privado de saúde”.

No período em análise, os proveitos operacionais totalizaram 344 ME, um crescimento de 7,3%, sendo que nos hospitais privados os proveitos cresceram 8,3%, “como resultado do crescimento em todas as áreas assistenciais”.

A José de Mello Saúde refere que, no primeiro semestre, realizou 1,3 milhões de consultas (aumento de 8,7% face ao período homólogo), 351 mil urgências (subida de 8,0%) e 4.000 partos (mais 7,5%), acrescentando que 50,2 mil doentes foram operados (+5,9%) e que houve um aumento de 3,0% no número de doentes saídos do internamento (40,1 mil doentes).

O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado baixou 2,2%, passando de 39,1 ME no primeiro semestre de 2017 para 38,2 ME em igual período deste ano.

O EBIT (lucro operacional) consolidado baixou 15,3%, de 24,7 ME no primeiro semestre de 2017 para 20,9 ME, “em virtude da 'performance' negativa do segmento público”, lê-se no comunicado.

Já o EBIT “do segmento privado teve uma performance positiva, registando uma evolução de 25,0 para 25,5 ME (um crescimento de 1,8%), enquanto que no segmento público o EBIT passou de 0,8 para -4,0 ME”, refere a José de Mello Saúde.

A dívida financeira líquida consolidada diminuiu 12 ME (-3,6%) para 326,5 ME, enquanto a dívida financeira bruta consolidada totalizou 408,8 ME, uma redução de 12,8 ME face ao final de 2017, “por via tanto da redução dos empréstimos como por via da redução dos ‘leasings’ contratados”.

           

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