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Ricardo Almeida: “O futuro da Medicina está na prevenção e na melhoria da qualidade de vida”
DATA
29/10/2018 15:30:12
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Jornal Médico
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Ricardo Almeida: “O futuro da Medicina está na prevenção e na melhoria da qualidade de vida”

A operar em Portugal desde o início do ano, a Pharmagreen dedica-se à venda de suplementos alimentares com evidência científica. O portefólio da marca integra produtos com mais de 25 anos de investigação e de comercialização no mundo inteiro, como o Omni Biotic. Em entrevista ao Jornal Médico, o diretor-geral da Pharmagreen, Ricardo Almeida, deixa uma mensagem aos clínicos: que considerem este tipo de suplementos alimentares no seu arsenal terapêutico, com o intuito de proporcionar maior bem-estar e qualidade de vida aos seus doentes.

JORNAL MÉDICO (JM) | Considera que Portugal é um país atrativo e com potencial de investimento na área da Medicina natural, nomeadamente dos suplementos alimentares e dietéticos? Porquê?

RICARDO ALMEIDA (RA) | Considero que sim. É uma tendência global que não se irá alterar. As pessoas vão procurar cada vez mais soluções naturais para tratar doenças. Mas, ainda mais importante, como prevenção.

O aumento da qualidade de vida dos portugueses passará pela adoção de hábitos alimentares saudáveis e pela suplementação com produtos naturais de qualidade e que permitam prevenir determinadas patologias provocadas pelo estilo de vida e pela quantidade de químicos presente no ambiente e nos alimentos.

 

JM | A Medicina dita “convencional” é ainda muito cética face a produtos como os que a Pharmagreen comercializa, nomeadamente no que concerne à eficácia e segurança dos mesmos. Que evidência suporta a qualidade dos produtos Pharmagreen?

RA | Na realidade, os médicos habituaram-se muito à investigação e desenvolvimento feitos pelos laboratórios farmacêuticos ou centros de investigação, que estão baseados na evidência científica proporcionada por estudos com critérios definidos e substâncias químicas que denominamos medicamentos.

A Pharmagreen comercializa unicamente produtos de origem natural, que resultam de investigação como a que faz o Instituto Allergosan – com 25 anos de investigação e desenvolvimento dos seus simbióticos – ou a Stragen, Laboratório Suíço de reconhecida notoriedade internacional.

Habitualmente, os suplementos não estão sujeitos a este rigor científico, mas na Pharmagreen acreditamos que este é fundamental para que profissionais de saúde e consumidores possam confiar nos nossos produtos.

 

JM | Como é o portefólio da PharmaGreen em Portugal? Quais os produtos bestsellers?

RA | Parte do nosso portefólio é composto por uma marca de simbióticos, a Omni Biotic, do Instituto Allergosan. Dada a alta qualidade, especificidade e eficácia deste nosso parceiro austríaco temos várias apresentações com diferentes indicações que vão desde a diarreia provocada por antibióticos até à prevenção do eczema. Neste momento o top-seller é o Omni Biotic 10 que tem 10 estirpes de alta eficácia.

Da Stragen apresentamos o Sniztop, um antialérgico natural para os sintomas da rinite alérgica, e o Leviker, um produto muito inovador com características únicas para a esteatose hepática.

Como indicador da estratégia da Pharmagreen lançámos o Shape Up que é constituído por péptidos de colagénio específicos e que estão indicados na prevenção e tratamento da sarcopenia (que se traduz na perda de massa muscular, força e resistência). O Shape Up ajuda no ganho de massa magra, perda de massa gorda e na melhoria da força e da resistência muscular. É um produto com características e indicações terapêuticas únicas.

Para além destes, apresentamos dispositivos médicos para o controlo de PSA e das alergias.

 

JM | Qual a importância do nosso país na estratégia global da companhia?

RA | Portugal será a base de uma estratégia de crescimento, alinhada também com os nossos parceiros internacionais.

 

JM | Que lugar ocupa a Pharmagreen no mercado da Medicina natural a nível nacional e a nível global?

RA | Em Portugal começámos este ano, no entanto reunimos um portefólio de produtos como o Omni Biotic que tem um histórico de 25 anos de investigação e comercialização. em diversas áreas.

 

JM | Afirmam ter como prioridade “antecipar as necessidades e exigências do mercado”. Que estratégias têm sido adotadas com vista a atingir este objetivo?

RA | A prevenção de diversas patologias e a melhoria da qualidade de vida será sempre o futuro da Medicina e da Medicina natural. Um exemplo disso é o estudo do intestino e a sua importância para a saúde de cada um. Com o Instituto Allergosan e a Stragen como parceiros estamos alinhados com o que de melhor se faz nestas áreas e apresentaremos sempre soluções inovadoras e de alta qualidade para os consumidores portugueses.

A nossa estratégia promocional está centrada na visita aos profissionais de saúde e às farmácias portuguesas, permitindo um conhecimento generalizado dos nossos produtos.

 

­JM | Quais são os vossos canais de comunicação com os consumidores e que papel têm ou podem ter os médicos a esse nível?

RA | Estamos a visitar os profissionais de saúde e as farmácias. Para além deste trabalho da equipa de vendas que contacta pessoalmente médicos e farmacêuticos, utilizamos todas as ferramentas digitais que nos permitam divulgar as nossas soluções para uma melhor prevenção da saúde e melhoria da qualidade de vida. Redes sociais, media e outros meios de comunicação que são indispensáveis para uma promoção ativa da marca.

 

JM | Quem mensagem gostaria de deixar aos médicos portugueses?

RA | Que considerem este tipo de suplementos alimentares com qualidade e evidência científica para integrar o seu arsenal terapêutico. O objetivo último é proporcionar qualidade de vida e bem-estar aos doentes e com os produtos do portefólio da Pharmagreen podem fazê-lo, com a confiança de estarem a utilizar produtos de origem natural, certificados e produzidos por laboratórios de reconhecida investigação.

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