Diagnóstico tardio no cancro oral leva a que 6 em cada 10 doentes morram precocemente
17 Abr 2026
A boca é muitas vezes a primeira linha de defesa e um espelho da saúde geral. O cancro oral, – que afeta lábios, língua, bochechas, gengivas e outras estruturas – continua a ser uma realidade que exige maior atenção pública. Em Portugal, estima-se que 15 em cada 100 mil portugueses sofram desta doença, segundo a Ordem dos Médicos Dentistas e do Grupo de Estudos de Cancro de Cabeça e Pescoço. Representando um dos cancros com maior taxa de mortalidade a nível global, a sua evolução pode ser rápida, o que tona o diagnóstico precoce determinante para a taxa de sobrevivência.
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