O papel do médico de família no controlo da dislipidemia e do risco cardiovascular
Edite Gonçalves,
Apesar de o perfil lipídico fazer parte da rotina de avaliação nos cuidados de saúde primários, a dislipidemia continua a ser encarada com alguma ligeireza por muitos doentes, o que se reflete numa adesão terapêutica frequentemente insuficiente. Entre perceções erradas do risco, mitos associados à medicação e alguma inércia clínica, o controlo eficaz do colesterol LDL nem sempre é alcançado. Edite Gonçalves, especialista em Medicina Geral e Familiar na USF Bela Saúde, partilha a sua perspetiva sobre estes desafios e destaca o papel determinante do médico de família na estratificação do risco e na promoção de estratégias terapêuticas mais eficazes. Leia a entrevista.
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