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Portugal realizou em março o primeiro transplante renal cruzado internacional, dirigido a doentes com grandes incompatibilidades imunológicas, “uns dias antes” de ter sido declarado o Estado de Emergência devido à pandemia de Covid-19, segundo o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST).

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Mais de 1.960 doentes aguardavam no final do ano passado por um transplante renal, segundo dados do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) divulgados na véspera do Dia Mundial do Rim, que se assinala quinta-feira.

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sexta-feira, 02 fevereiro 2018 12:20

Santa Maria atingiu os mil transplantes renais

O Hospital de Santa Maria (HSM) realizou esta semana o seu milésimo transplante renal, um número que os profissionais classificam como “fantástico” e “simbólico”, correspondendo a um aumento e impulso da transplantação no maior hospital do país.

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O presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), João Almeida e Sousa, afirmou ontem que há mais de 2.000 doentes em Portugal a aguardar por um transplante renal, um aumento que também se regista noutros países.

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hemodialiseDe acordo com os últimos dados do Gabinete de Registo do Tratamento da Doença Renal Terminal da Sociedade Portuguesa de Nefrologia, o envelhecimento é ainda um importante factor a ter em consideração na Doença Renal Crónica. Em 2012, a idade média dos doentes em tratamento substitutivo da função renal era de 65,9 anos, de acordo com os mesmos dados, disponibilizados no âmbito do Dia Mundial do Rim, que se assinala a 13 de Março, sob o mote “A Doença Renal Crónica e o Envelhecimento”.

“Numa população envelhecida como a população portuguesa, a incidência destas doenças tende a aumentar, levando, por isso, a um aumento da doença renal crónica na terceira idade. A adoçam de um estilo de vida saudável e de uma alimentação equilibrada são fundamentais para prevenir a doença renal crónica a longo prazo”, refere Fernando Nolasco, Presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia.

De acordo com os mesmos dados, em 2012, dos 2.323 doentes que iniciaram o tratamento substitutivo da função renal mais de metade tinha mais de 65 anos (1339) e no total, durante o ano de 2012, dos 17.641 doentes que realizaram algum tratamento substitutivo da função renal - diálise, hemodiálise ou transplante renal – 6535 tinham mais de 65 anos.

Ainda sobre o número de doentes a iniciarem tratamento substitutivo da função renal Fernando Nolasco acrescenta que “Nos últimos anos houve uma tendência para a diminuição do número de doentes a iniciarem estes tratamentos mas a incidência de novos doentes em hemodiálise, apesar de ter diminuído pelo segundo ano consecutivo, continua elevada.

No que respeita ao transplante renal, o número de transplantes renais de cadáver e de dador vivo diminuíram em Portugal, pelo segundo ano consecutivo. Em 19 doentes, o transplante renal foi o primeiro tratamento substitutivo da função renal.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.

 

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.