Sesimbra pede para não ser esquecida
DATA
04/04/2008 08:32:57
AUTOR
Jornal Médico
Sesimbra pede para não ser esquecida

A Câmara Municipal de Sesimbra exige que aquela localidade seja contemplada pela rede de urgência e emergência que está em fase de implementação nacional, contrariando a proposta final da comissão técnica

A Câmara Municipal de Sesimbra exige que aquela localidade seja contemplada pela rede de urgência e emergência que está em fase de implementação nacional, contrariando a proposta final da comissão técnica criada para projectar a mencionada rede.

A autarquia sesimbrense considera que aquele concelho reúne todos os critérios requeridos pelo Ministério da Saúde para a existência de uma unidade de urgência integrada em rede, pelo que a 18 de Março fez aprovar uma deliberação em que denuncia a sua "absoluta discordância" com o despacho publicado em Diário da República a 28 de Fevereiro, o qual determina e classifica os diversos pontos da rede de urgência e emergência.

O autarca de Sesimbra, Augusto Pólvora, afirmou entretanto à Agência Lusa que a população local se sente discriminada. "É inaceitável que sejamos tratados desta maneira", afirmou o edil, argumentando ainda que o transporte de um doente de Sesimbra para o Hospital Garcia da Orta (Almada), ou para qualquer outro hospital naquela zona geográfica, demorará quase seguramente mais do que 30 minutos. De recordar que um dos critérios essenciais definidos para a criação de um ponto na rede de urgência e emergência é, precisamente, a impossibilidade do doente chegar a uma urgência hospitalar em menos de meia hora.

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