MGF assegura 289 vagas para 2009
DATA
21/11/2008 05:02:17
AUTOR
Jornal Médico
MGF assegura 289 vagas para 2009

Foi já publicado no site da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) o mapa de vagas de internato da especialidade, para o ano de 2009.

 

Foi já publicado no site da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) o mapa de vagas de internato da especialidade, para o ano de 2009.

Num total de 1065 vagas, em todo o território nacional e para todas as especialidades, a Medicina Geral e Familiar (MGF) passa a congregar 289 vagas. Ou seja, algo como 27% do volume global de lugares disponíveis (as perspectivas, à partida, apontavam para 30%).

Por Região de Saúde, o panorama da MGF fica dividido da seguinte forma: 111 vagas para o Norte, 63 para o Centro, 75 para Lisboa e Vale do Tejo, 10 para o Alentejo e 13 para o Algarve. Para os Açores ficam reservadas 7 vagas e para a Região Autónoma da Madeira as restantes 10.

O Centro de Saúde (CS) com maior número de vagas atribuído é o de Aldoar (Administração Regional de Saúde do Norte), com nove lugares a preencher.

Segue-se o CS de Almada, que recebe seis vagas para internato de MGF.

Com cinco vagas cada um, surgem os CS nortenhos de Valongo/Ermesinde, Gondomar/Foz do Sousa, RioTinto/São Pedro da Cova, Matosinhos e Feira, assim como o CS de Norton de Matos (Coimbra) e o CS do Seixal.

De referir ainda que as especialidades extra-hospitalares (MGF, Saúde Pública e Medicina Legal) são beneficiadas com 325 vagas (30,52% do total), enquanto as especialidades hospitalares recolhem 740 vagas (69,48% do número global de lugares de formação disponibilizados).

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Editorial | Jornal Médico
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Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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