Reorganização dos CSP: 46 vão registar alteração de horários em 2009
DATA
17/01/2009 06:12:48
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS

Reorganização dos CSP: 46 vão registar alteração de horários em 2009

A reforma dos cuidados de saúde primários conduziu ao encerramento dos horários nocturnos de 30 centros de saúde e mais 46 vão ter os seus horários alterados, segundo o Ministério da Saúde  

A reforma dos cuidados de saúde primários conduziu ao encerramento dos horários nocturnos de 30 centros de saúde e mais 46 vão ter os seus horários alterados, segundo o Ministério da Saúde. 

De acordo com a tutela, as alterações dos horários de funcionamento dos centros de saúde estão relacionadas com "uma melhor gestão dos recursos humanos".

O objectivo é "disponibilizar mais consultas aos cidadãos no período normal de funcionamento do centro de saúde". Por esta razão, e desde 2005, deixaram de funcionar entre a meia-noite e as oito da manhã os centros de saúde de Caminha, Alijó, Murça, Vila Pouca de Aguiar, Oliveira do Bairro, Sever do Vouga, Aveiro, Mealhada, Condeixa a Nova, Lousã, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Penacova, Penela, Soure.

A medida afectou igualmente os centros de saúde de Vila Nova de Poiares, Gorjão Henriques e Arnaldo Sampaio (Leiria), Nazaré (SAP Verão), São Pedro do Sul, Vouzela, Silves, Beja, Azambuja, Lourinhã, Cadaval, Ourém, Grândola, Caminha e Cadaval.

Além destes centros de saúde, mais 46 irão sofrer alterações nos horários. Contudo, a equipa de Ana Jorge garante que vão ser criadas "as condições necessárias para a reorganização dos horários nocturnos" das unidades. 

O Ministério da Saúde lembra que o funcionamento nocturno dos centros de saúde "implica ter um médico, um enfermeiro e um administrativo para atender situações não urgentes em períodos em que os cidadãos recorrem em número diminuto, a partir da meia-noite".

O processo estará terminado "quando as respostas alternativas estiverem no terreno e os cidadãos sentirem a necessária segurança", assegura o Ministério. 

Mulher, autonomia e indicadores – uma história de retrocesso?
Editorial | Jornal Médico
Mulher, autonomia e indicadores – uma história de retrocesso?

O regime remuneratório das USF modelo B há muito que é tema para as mais diversas discussões, parecendo ser unânime a opinião de que necessita de uma revisão, inexistente de forma séria desde a sua implementação.