Jornal Médico Grande Público

Entre os primeiros da ARSLVT nos indicadores financeiros
DATA
30/12/2011 09:57:07
AUTOR
Jornal Médico
Entre os primeiros da ARSLVT nos indicadores financeiros

O ACES Oeste Norte encontra-se entre os primeiros da ARS de Lisboa e Vale do Tejo no que se refere ao desempenho financeiro.

 

Texto integral só disponível na edição impressa

O ACES Oeste Norte encontra-se entre os primeiros da ARS de Lisboa e Vale do Tejo no que se refere ao desempenho financeiro. Apesar da informatização das unidades de saúde não estar completa, da URAP não ter técnicos e da UAG ser assegurada por administrativos, o agrupamento conseguiu resultados que, na sua grande maioria, o situam na primeira metade da tabela do ranking. De acordo com a directora executiva, Teresa Machado Luciano, e do conselho clínico (constituído pelo médico de família António Foz Romão, a especialista em Saúde Pública Fátima Pais e a Enfermeira Lúcia Mota), isso resulta da coesão dos profissionais e da abertura total da direcção em termos de comunicação interna e externa

 

Jornal Médico de Família – Quais são, na vossa perspectiva, os pontos fortes e os factores críticos relativamente ao desenvolvimento global do ACES Oeste Norte?
Teresa Machado Luciano – O ACES Oeste Norte iniciou a sua actividade, como todos os outros, em Março de 2009. A primeira acção da direcção executiva e do conselho clínico visou motivar as unidades a reorganizarem-se.
O ACES era constituído por seis centros de saúde e duas USF. Desde então, foram constituídas mais cinco unidades de saúde familiar e mesmo as duas que existiam anteriormente têm vindo a crescer em número de médicos e população abrangida.
Os utentes que não faziam parte de USF foram integrados em unidades de cuidados de saúde personalizados (UCSP) porque acreditamos que unidades mais pequenas trabalham melhor em equipa e conseguem obter melhores resultados.

As UCSP foram organizadas segundo um modelo semelhante ao das USF? Mesmo as que têm utentes sem médico de família atribuído?
nacional_aces_oeste_norte_02_224.jpgTeresa Machado Luciano – Sim, de tal maneira que, actualmente, o concelho de Alcobaça está coberto por três USF e duas UCSP; em Bombarral e Óbidos – de menor dimensão –, existem duas unidades de cuidados de saúde personalizados; nas Caldas da Rainha temos três USF e uma UCSP; Nazaré tem uma USF e uma UCSP e, por último, em Peniche, existem duas UCSP. O ACES abrange uma população total de 190 mil utentes. Destes, somente dez mil não têm médico de família atribuído. Somos, portanto, um agrupamento privilegiado ao nível da ARS de Lisboa e Vale do Tejo a esse nível.

 

 

Relatório Primavera: verdades e consequências
Editorial
Rui Nogueira
Relatório Primavera: verdades e consequências

“Ó Costa aguenta lá o SNS” foi o pedido de António Arnaut em maio do ano passado, poucos dias antes de nos deixar. Mas o estado da saúde em Portugal está mal ou bem ou vai indo? Está melhor ou pior? O SNS dá as respostas úteis às necessidades de saúde da população? O Relatório de Primavera ajuda a fazer interpretações fundamentadas.

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