João Sequeira Carlos lidera até 2014
DATA
30/12/2011 10:18:34
AUTOR
Jornal Médico
João Sequeira Carlos lidera até 2014

A lista A, encabeçada por João Sequeira Carlos, foi eleita para conduzir os órgãos nacionais da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar

 

A lista A, encabeçada por João Sequeira Carlos, foi eleita para conduzir os órgãos nacionais da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, durante o triénio 2012-2014. O grupo de personalidades que se candidatava à Direcção Nacional reuniu uma aprovação maciça no sufrágio (mais de 90% dos votos expressos), numa Assembleia Geral Eleitoral que elegeu, também, os dirigentes para as delegações regionais/distritais dos Açores, Madeira, Coimbra, Évora, Faro e Viana do Castelo. Os próximos três anos serão, na perspectiva do presidente reeleito, caracterizados por enormes desafios no sector da Saúde, para os quais a Associação deverá estar convenientemente preparada

Os órgãos nacionais da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) vão ser dirigidos no triénio 2012/2014 pelos sócios integrados na lista A, encabeçada por João Sequeira Carlos (a única que se apresentou a sufrágio). Este é o resultado de um escrutínio que decorreu no passado dia 17 de Dezembro – na sede da instituição – data em que se tornaram igualmente conhecidos os nomes dos futuros dirigentes das delegações regionais ou Distritais dos Açores, Madeira, Coimbra, Faro, Évora e Viana do Castelo.
Destaque-se o facto de a lista para a direcção nacional ter recolhido 402 votos a favor, dos 433 votos validados, ou seja, acima dos 90%. Registaram-se ainda 16 votos contra, 12 brancos e 3 nulos.
Como é tradicional, sempre que uma assembleia-geral eleitoral decorre ordinariamente no mês de Dezembro, tomando posse a nova direcção no mês de Janeiro seguinte. Desta feita, decorrerá 7 de Janeiro de 2012, em Fátima, integrada na Reunião de Quadros da APMGF.

Compromissos vitais com a especialidade e com os portugueses
Contactado pelo nosso jornal, o presidente reconduzido da APMGF manifestou satisfação pelo facto de se ter registado uma boa participação de sócios nestas eleições, superior à registada no último acto eleitoral: “ultrapassámos a barreira dos 400 votos, o que não é nada comum. Esta é a primeira vitória! Num cenário de candidatura de lista única, conseguimos, mesmo assim, motivar muitos colegas a participarem num sufrágio que, à partida, poderia ser menos entusiasmante por não existir uma verdadeira batalha eleitoral entre várias listas”.
Relativamente ao futuro próximo e ao trabalho que desenvolverá em prol dos sócios da APMGF, dos profissionais de saúde em geral e da sociedade portuguesa, João Sequeira Carlos foi peremptório: “vai ser um triénio bastante difícil, não só por factores intrínsecos à especialidade e ao sector da Saúde, mas também por factores extrínsecos à nossa realidade, que dizem respeito ao contexto socioeconómico em que vivemos. Contudo, vamos tentar eliminar essas variáveis que não controlamos e pugnar, cada vez mais, pela defesa intransigente da Medicina Geral e Familiar. Para mim, esse é o compromisso essencial: defender a especialidade (dentro e fora do país), objectivando mais e melhor saúde para a população portuguesa”.
O líder máximo da APMGF felicitou, ainda, todos quantos estiveram envolvidos directamente neste acto eleitoral, que redundou num importante sinal de dinamismo: “é sobretudo – e em primeiro lugar – a Associação que está de parabéns. Isto porque soube organizar um processo eleitoral de forma correcta e participada. Devo, também, endereçar felicitações a toda a equipa que tornou possível concretizar este resultado. Não só a equipa candidata à Direcção Nacional, mas obviamente também às equipas candidatas à Mesa da Assembleia Geral, ao Conselho Fiscal e às delegações distritais ou regionais onde decorreram, em simultâneo, actos eleitorais. É um motivo de grande satisfação presidir a uma associação que demonstra tamanha vitalidade!”.

Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
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O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.