Um novo fôlego na Medicina FamiliAR
DATA
25/01/2012 08:54:17
AUTOR
Jornal Médico
Um novo fôlego na Medicina FamiliAR

As I Jornadas do GRESP vão ter lugar, nos próximos dias 17 e 18 de Fevereiro, na Fundação Cupertino de Miranda...

As I Jornadas do GRESP vão ter lugar, nos próximos dias 17 e 18 de Fevereiro, na Fundação Cupertino de Miranda, no Porto. A iniciativa tem o objectivo de dar a conhecer a existência do GRESP, a sua actividade técnico-científica, os temas mais interessantes da actualidade e divulgar actividades de investigação, trazendo para o debate os parceiros nacionais e internacionais da Medicina Familiar na área das doenças respiratórias. Além de actividades de carácter técnico-científico, onde se pretende divulgar o que melhor se faz em investigação, as Jornadas dão espaço à realização de "oficinas", ou seja, cursos temáticos com um formato interactivo

Estes vão ter lugar na sexta-feira de manhã, horas antes da inauguração oficial das jornadas. A primeira oficina, dedicada à questão dos dispositivos inalatórios, conta com a participação de Ana Margarida Cruz, da UCSP Grijó (ACES Espinho/Gaia), Eurico Silva, interno de MGF da UCSP 1 Aveiro, Alexandra Pina, interna da USF Horizonte, e Ana Quelhas, interna da USF Nova Era (ACES Tâmega - Sousa II). Segue-se a oficina de interpretação de espirometria, com Rui Costa, da Sãvida, Ana Raquel Figueiredo e Clara Pinto Ferreira (internas da USF Horizonte) e o médico de família Eurico Silva. Ainda para a manhã do primeiro dia de trabalhos, está programada uma oficina sobre a síndrome da apneia obstrutiva do sono, com Miguel Román (presidente do ICPRG -  International Primary Care Respiratory Group) , Dyna Torrado, da UCSP Faro II, Cláudia Vicente, da USF Horizonte e Vera Pires, da Extensão de Saúde São Martinho do Campo (ACES Santo Tirso - Trofa).

 

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Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro

O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.