João Semedo: Ministério da Saúde não pode ser o “‘back office’” do ministério das Finanças
DATA
07/02/2014 11:22:08
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Jornal Médico
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João Semedo: Ministério da Saúde não pode ser o “‘back office’” do ministério das Finanças

[caption id="attachment_6227" align="alignleft" width="300"]joaosemedo "É inteiramente falsa a afirmação do ministro de que a austeridade e os cortes não estão a ter influência no funcionamento, na actividade e na qualidade dos serviços. Isso é uma rotunda falsidade", disse o coordenador do Bloco João Semedo[/caption]

O Bloco de Esquerda (BE) lamenta os cortes orçamentais na área da Saúde, declarando que o ministério tutelado por Paulo Macedo "não pode ser o 'back office' do ministério das Finanças".

"É inteiramente falsa a afirmação do ministro de que a austeridade e os cortes não estão a ter influência no funcionamento, na actividade e na qualidade dos serviços. Isso é uma rotunda falsidade", disse o coordenador do Bloco João Semedo à agência Lusa.

O bloquista falava ontem no parlamento depois de um encontro de mais de uma hora no parlamento com representantes da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), onde foram debatidas questões como a urgência metropolitana de Lisboa e os profissionais confirmaram um "quadro muito negativo" da situação actual do sector da Saúde.

"Não há dia nenhum em que os jornais não divulguem situações completamente inacreditáveis", advertiu João Semedo.

O Bloco tem vindo a promover um "Roteiro da Saúde", com o coordenador do partido a visitar diferentes unidades hospitalares e a ter encontros com administrações dos hospitais e também profissionais do sector, como foi ontem o caso da FNAM.

800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
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Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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