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Trabalhadores da Linha Saúde 24 entregam na ACT dados sobre trabalho ilegal
DATA
10/02/2014 17:12:47
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Trabalhadores da Linha Saúde 24 entregam na ACT dados sobre trabalho ilegal

[caption id="attachment_5690" align="alignleft" width="300"]saude24 Em comunicado, a comissão informal de trabalhadores da Linha de Saúde 24 acusam a administração da empresa (LCS) de se manter “à margem da lei”, uma vez que despede e contrata “ilegalmente”[/caption]

Os trabalhadores da Saúde 24 entregam hoje na Autoridade para as Condições de Trabalho uma compilação de dados relativos aos 150 trabalhadores despedidos pela administração, dos quais 43 foram novamente readmitidos, mas de “forma ilegal, a falsos recibos verdes”.

Em comunicado, a comissão informal de trabalhadores da Linha de Saúde 24 acusam a administração da empresa (LCS) de se manter “à margem da lei”, uma vez que despede e contrata “ilegalmente”.

Além dos 150 despedidos e dos 43 “readmitidos”, a administração contratou ainda mais 63 trabalhadores igualmente a falsos recibos verdes, explicou à Lusa Tiago Pinheiro, da comissão de trabalhadores.

“Para além de prejuízo para os trabalhadores, estas atitudes acarretam também perda para os utentes. Muitos dos novos trabalhadores, apenas formados para situações de gripe, com formação limitada e sem experiência, cometem erros, como é aliás normal”, alertam, sublinhando o aumento do número de queixas “que coloca de forma ainda mais flagrante os utentes em risco”.

No sentido de “exigir a reposição da legalidade e evitar mais despedimentos ilegais”, os trabalhadores entregam hoje na Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) uma carta com “toda a informação disponível, sinalizando todos os colegas que foram saneados e despedidos pela LCS”.

No comunicado, lembram que apresentaram há dois meses uma queixa na ACT por falsos recibos verdes relativos a 400 trabalhadores, e que um mês depois se realizou uma inspecção, da qual não existe ainda “qualquer relatório relativo à situação precária dos trabalhadores”.

A agência Lusa tentou obter uma posição por parte da empresa que gere a linha, mas tal não foi possível até ao momento.

 

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Editorial
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