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Carcavelos: Nova unidade de saúde familiar abre portas a 15 de Junho
DATA
09/06/2015 12:21:16
AUTOR
Jornal Médico
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Carcavelos: Nova unidade de saúde familiar abre portas a 15 de Junho

Câmara Municipal de Cascais

A Câmara Municipal de Cascais vai inaugurar, na próxima segunda-feira, 15 de Junho, as novas instalações do Centro de Saúde (CS) de Carcavelos, que permitem um aumento de 88% da capacidade de resposta, informou a autarquia.

A unidade onde estava a funcionar actualmente o CS, na cave do edifício da Junta de Freguesia de Carcavelos, foi ontem desactivada e as novas instalações vão, assim, “pôr fim a um ciclo de décadas de funcionamento desta unidade nas obsoletas e pouco dignas”, referiu a câmara.

A nova Unidade de Saúde Familiar (USF) de Carcavelos resulta de um investimento da Câmara de Cascais, em parceria com a Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo (LVT), de 250 mil euros.

Com as novas instalações, acrescenta a autarquia, a capacidade de resposta vai aumentar em 88%, podendo acolher sete mil utentes em vez dos actuais 900 que eram seguidos na velha extensão.

“Quando dizemos que a saúde é uma prioridade para a Câmara, mesmo não sendo uma competência municipal, falamos a sério. O nosso comprometimento com políticas feitas para as pessoas e com as pessoas é bem palpável neste novo centro de saúde", adiantou, em comunicado, o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras.

Localizada no interface de transporte rodoviário e ferroviário de Carcavelos, na Avenida Tenente Coronel Melo Antunes, a nova USF terá quatro médicos especialistas de Medicina Geral e Familiar, dois internos da especialidade, quatro enfermeiros e três assistentes técnicos. Num espaço de 250 metros quadrados, nas novas instalações haverá quatro gabinetes médicos, duas salas de tratamento, dois gabinetes de saúde materna e um gabinete de saúde infantil.

“A perspectiva é que esta unidade possa crescer organicamente consoante as necessidades da população, sendo possível, no médio prazo, o alargamento da extensão e do número de profissionais a ela afectos”, conclui a autarquia.

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Editorial | Jornal Médico
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