Construção da nova UCSP de Campo arranca amanhã
DATA
29/12/2016 15:21:57
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Jornal Médico
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Construção da nova UCSP de Campo arranca amanhã

As obras de construção da nova Unidade de Saúde de Campo, no concelho de Valongo, vão arrancar amanhã, num investimento superior a um milhão de euros, anunciou ontem a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte.

O novo equipamento visa a instalação da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Campo, em substituição das atuais instalações que funcionam num prefabricado.
Na nota enviada às redações, a ARS do Norte sublinha que esta obra tem como objetivo "melhorar as condições físicas e funcionais para os utentes e profissionais, proporcionando melhor acesso, mais qualidade e humanização dos cuidados de saúde primários e as condições de gestão para uma resposta às necessidades mais racional e eficiente".
O equipamento terá seis gabinetes médicos, dois gabinetes de enfermagem e duas salas de tratamento, bem como salas de aerossóis, saúde materna, saúde infantil e todas as áreas de apoio necessárias e inerentes ao funcionamento da Unidade de Saúde.
O terreno para a unidade, de 2.500 metros quadrados, foi cedido pela União de Freguesias de Campo e Sobrado. Já o financiamento, no total de 1.197.838,08 euros, foi aprovado ao abrigo dos fundos europeus do Portugal 2020.
A cerimónia de lançamento da primeira pedra decorre amanhã com a presença do secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, bem como de autarcas locais, como o presidente da câmara de Valongo, José Manuel Ribeiro.
A ARS do Norte aponta, no mesmo comunicado, que no ano que agora termina avançou com obras de construção ou requalificação nos equipamentos de Vilar do Andorinho (Vila Nova de Gaia), Baguim do Monte (Gondomar) e Santiago do Bougado (Trofa). Acrescenta que conta, no início de 2017, avançar em Martim (Barcelos), bem como na Batalha (Porto), num investimento total calculado da ordem de aproximadamente 8.350.000 euros.

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Editorial | Jornal Médico
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Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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