China: taxa de sobe 7,9% no primeiro ano sem política do filho único
DATA
23/01/2017 10:22:37
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Jornal Médico
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China: taxa de sobe 7,9% no primeiro ano sem política do filho único

A China registou, em 2016, o número mais elevado de nascimentos este século, segundo dados oficiais, após o Governo ter posto fim à politica do "filho único", permitindo a todos os casais ter um segundo filho.

No total, nasceram 17,86 milhões de crianças no ano passado no país, um aumento de 7,9% face a 2015. Quase metade dos nascimentos ocorreram em famílias que já têm uma criança, anunciou, no passado domingo, a Comissão Nacional da Saúde e Planeamento Familiar.

A proporção de nascimentos em casais que já tinham um filho aumentou de 30%, em 2013, para 45%, em 2016, detalhou o mesmo organismo, atribuindo o aumento à abolição da política "um casal, um filho".

Segundo estatísticas difundidas anteriormente, os novos bebés nasceram sobretudo na primeira metade do ano, antes da política ter influência. Além disso, 2016 foi o ano do Macaco, no calendário tradicional chinês, um signo considerado auspicioso para ter uma criança.

Desde 1980, a nação mais populosa do mundo, com 1.375 milhões de habitantes, colocava em prática um rígido controlo de natalidade, que permitia aos casais ter apenas um filho e forçava quem violasse a lei a abortar ou a pagar uma multa.

Pequim decretou o fim daquela política no início do ano, face ao rápido envelhecimento da sociedade e diminuição da população em idade ativa.

Porém, os elevados custos de se ter uma criança, especialmente nas cidades, levaram muitos pais a abdicar de ter um segundo filho.

Segundo uma pesquisa elaborada pela Federação das Mulheres de Toda a China, cerca de 53% das famílias chinesas não querem ter uma segunda criança.

A "hiperventilação" dos Cuidados de Saúde Primários
Editorial | Joana Romeira Torres
A "hiperventilação" dos Cuidados de Saúde Primários
A Organização Mundial de Saúde alude que os Cuidados de Saúde Primários (CSP) são cruciais para a obtenção de promoção da saúde a nível global. Neste sentido, a Organização Mundial dos Médicos de Família (WONCA) tem estabelecido estratégias que têm permitido marcar posição dos mesmos na comunidade médica geral.

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