Cientistas nos EUA desenvolvem método para identificar cancro do pâncreas mais cedo
DATA
07/02/2017 09:45:30
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS

Cientistas nos EUA desenvolvem método para identificar cancro do pâncreas mais cedo

Uma equipa de investigadores norte-americanos desenvolveu um método para identificar o cancro do pâncreas em fases iniciais, segundo a edição online da revista científica Nature Biomedical Engineering.

A técnica baseia-se na deteção de vesículas extracelulares, partículas formadas por uma camada lipídica e emitidas pela maioria das células vivas.

A equipa do investigador Tony Hu, do centro de diagnósticos personalizados da Virgínia, nos Estados Unidos da América (EUA), criou um método para detetar as vesículas extracelulares derivadas de tumores que carregam a proteína EphA2, que poderá permitir diagnosticar os sinais mais precoces de cancro do pâncreas.

"O cancro do pâncreas é um tipo de cancro em relação ao qual precisamos desesperadamente de um biomarcador de sangue precoce”, afirma Tony Hu, lembrando que é difícil captar um sinal de diagnóstico neste tipo de tumor quando não há sintomas.

O cancro do pâncreas mata anualmente cerca de 358 mil pessoas em todo o mundo.

DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Depois de três meses de confinamento é necessário aceitarmos a prudência de DES”confinar sem DISconfinar. Não vamos querer “morrer na praia”! As aprendizagens da pandemia Covid-19 são uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde com uma nova visão e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

Mais lidas