“Prémio Apifarma/Clube de Jornalistas” distingue trabalhos em saúde
DATA
29/05/2017 10:51:27
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Jornal Médico
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“Prémio Apifarma/Clube de Jornalistas” distingue trabalhos em saúde

Decorre esta terça-feira a entrega de prémios “Jornalismo em Saúde”, resultante da parceria entre o Clube de Jornalistas e a Apifarma. O evento terá lugar, pelas 18:00 horas, no Palácio Foz, Lisboa. 

Os vencedores da 1.ª edição do “Prémio Apifarma/Clube de Jornalistas” foram anunciados a 7 de abril, Dia Mundial de Saúde.

Catarina Gomes, jornalista do Público, venceu na categoria Imprensa, com o trabalho “Catarina saiu de um mês em que praticamente não estava viva”. Arlinda Brandão, jornalista da Antena 1, venceu na categoria Rádio, com o trabalho “Diabetes, ameaça silenciosa”.

Isabel Moiçó, jornalista da TVI, venceu na categoria Televisão, com o trabalho “Um pedaço de ti”, com imagem de Paula Fernandes e edição de imagem de João P. Pereira.

Marlene Carriço, jornalista do Observador, venceu na categoria Jornalismo Digital, com o trabalho “Temos médicos a menos ou a mais?” O Grande Prémio Apifarma/ Clube de Jornalistas, eleito pelo júri entre os vencedores das quatro categorias referenciadas, foi atribuído a Isabel Moiçó, jornalista da TVI, que nos termos do regulamento, acumula esta distinção com o prémio de Televisão.

O Júri atribuirá ainda Menções Honrosas a Vânia Maia, jornalista da Visão, pelo trabalho “Zona Wi-fi: Perigo”, a Filipa Simas, jornalista da RTP, pelo trabalho “(Des)Ligados” e a Ana Carrilho, jornalista da Rádio Renascença, pelo trabalho “Alzheimer: Uma doença esquecida pela Europa”.

Isolamento social com apoio de proximidade e em segurança
Editorial | Jornal Médico
Isolamento social com apoio de proximidade e em segurança

O futuro tem hoje 5 dias! Inacreditável! Quem é que tem agenda para mais de 5 dias? A pandemia COVID-19 alterou profundamente a vida quotidiana, a prestação de cuidados de saúde e a organização dos serviços de saúde está totalmente alterada. O isolamento social é a orientação primordial de confrontação da pandemia. Mas é necessário promover o apoio de proximidade essencial e aprender a fazê-lo em segurança.

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