Eixo Atlântico “solicita formalmente” apoio a Costa para que EMA fique no Norte
DATA
21/06/2017 10:18:18
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Jornal Médico
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Eixo Atlântico “solicita formalmente” apoio a Costa para que EMA fique no Norte

O Eixo Atlântico, organização que une municípios do Norte de Portugal e Galiza, "solicitou formalmente" ao primeiro-ministro português apoio para que a sede da Agência Europeia do Medicamento (EMA) fique naquele território, seja em Braga ou no Porto.

Numa carta dirigida a António Costa, e a que a Agência Lusa teve hoje acesso, o presidente daquela entidade transfronteiriça que junta 58 municípios, Ricardo Rio, que é também presidente da Câmara de Braga, salienta que a instalação da EMA em Braga ou no Porto “seria entendida” como uma adjudicação na eurorregião.

Em declarações à Agência Lusa, o autarca realçou que, caso a EMA fique em Braga ou no Porto “serão muitos os benefícios” para a região e que a agência não tem que ficar "circunscrita" a uma cidade apenas.

“Em qualquer uma das circunstâncias, os benefícios, quer sobre as oportunidades profissionais, quer sobre o reforço de visibilidade da região, são alargados para todo o território e não apenas para a cidade que a vier acolher”, salientou Ricardo Rio.

Segundo o responsável pelo Eixo Atlântico, “localizada no Norte de Portugal, a EMA iria potenciar a ligação com a Galiza, reforçando ainda mais a atratividade e o potencial da instalação da EMA nesta zona”.

Na missiva dirigida a António Costa, Ricardo Rio reforça que “tanto do lado galego como do português” a eurorregião “conta com importantes laboratórios, o que unidos à instalação da EMA, poderia ser um impulso extraordinário para o desenvolvimento de uma potente indústria farmacêutica, tanto na Galiza como no Norte de Portugal”.

Por isso, na referida missiva, o Eixo Atlântico “solicita formalmente” o apoio de António Costa à candidatura de Braga ou Porto a sede da EMA.

Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
Governação Clínica

O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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