INSA: exercício de simulacro avalia capacidade de resposta a emergência de origem biológica
DATA
29/06/2017 10:19:13
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Jornal Médico
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INSA: exercício de simulacro avalia capacidade de resposta a emergência de origem biológica

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), o Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro e o Centro de Inativação de Explosivos e Segurança em Subsolo da Guarda Nacional Republicana realizam hoje, em Lisboa, um exercício de simulacro para avaliar a capacidade de resposta a uma emergência de origem biológica. A iniciativa decorre no âmbito do III Seminário NRBQ – “Ameaças globais: investigação, resposta e política”.

No âmbito deste seminário, terá lugar, às 14:30, um exercício de simulacro envolvendo a inativação de um engenho explosivo contendo um agente biológico. O exercício de simulacro, que será realizado pelo Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) e Centro de Inativação de Explosivos e Segurança em Subsolo (CIESS), da Guarda Nacional Republicana, visa avaliar a capacidade de resposta a uma emergência de origem nuclear, radiológica, biológica e química.

Organizado pela Unidade de Resposta a Emergências e Biopreparação (UREB) do Departamento de Doenças Infeciosas (UREB), o seminário tem como destinatários profissionais e entidades envolvidas em procedimentos de intervenção em situações de origem NRBQ. “Microscopia eletrónica de varrimento: uma técnica rápida para triagem de amostras suspeitas”, “Disseminação de um agente NRBQ por um engenho explosivo” e “Transversalidade da Ameaça Biológica e a Coordenação de Resposta” são alguns dos temas que serão abordados no evento.

A UREB é responsável pela coordenação da resposta laboratorial especializada, rápida e integrada em situações de casos e surtos e que possam constituir um risco para a Saúde Pública, particularmente no contexto de casos de surtos de infeções por microrganismos emergentes e reemergentes de disseminação natural ou deliberada. Atualmente, esta unidade do Instituto Ricardo Jorge dispõe de diagnóstico laboratorial para mais de vinte agentes infeciosos, entre bactérias, vírus hemorrágicos, orthopoxvirus e toxinas.

A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.

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