ADSE enviou 560 mil cartas e 271 emails aos beneficiários sobre eleições
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12/09/2017 11:12:18
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Jornal Médico
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ADSE enviou 560 mil cartas e 271 emails aos beneficiários sobre eleições

O presidente da ADSE, Carlos Batista, revelou à Agência Lusa que aquele sistema de saúde da função pública enviou informação sobre o processo eleitoral aos cerca de 831 mil beneficiários, tendo sido enviadas 560 mil cartas e 271 mil emails.

Em causa estão as eleições, que se irão realizar no próximo dia 19 com o intuito de escolher quatro representantes dos beneficiários que irão ter assento no Conselho Geral e de Supervisão do novo instituto público.

A divulgação da informação junto dos beneficiários estava prevista na portaria publicada em julho que regulamenta o processo eleitoral.

Além da data prevista das eleições, a ADSE enviou informação sobre as listas de candidatos, o respetivo manifesto eleitoral, as formas e meios de votação e os locais para a votação, entre outras, contou o responsável.

“Foi, portanto, essa tarefa que a ADSE concluiu já na passada semana, tendo a generalidade dos beneficiários recebido a informação referida”, acrescentou Carlos Baptista.

Os beneficiários titulares da ADSE podem votar por voto eletrónico, por correspondência ou em urna em diferentes cidades do país.

Recorde-se que, no início deste ano, a ADSE foi transformada em instituto público, com um regime especial e gestão participada, sendo um dos seus órgãos o Conselho Geral e de Supervisão, com funções de acompanhamento, controlo, consulta e participação na definição das linhas gerais de atuação do instituto.

No Conselho Geral e de Supervisão têm assento quatro representantes dos beneficiários (que serão eleitos a dia 19), bem como três representantes dos sindicatos e dois dos reformados.

Os membros do Conselho Geral e de Supervisão terão uma palavra a dizer nas novas regras que irão permitir alargar a ADSE a novos beneficiários, como os cônjuges dos funcionários públicos, ou aos contratos individuais que trabalham no Estado.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.