IPST garante reservas em “níveis confortáveis”
DATA
17/10/2017 09:50:50
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Jornal Médico
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IPST garante reservas em “níveis confortáveis”

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) esclareceu ontem que as reservas de sangue estão em níveis “confortáveis”, salientando que podem “satisfazer rapidamente” pedidos de qualquer parte ao país.

O esclarecimento surge depois de, nas últimas horas, terem surgido nas redes sociais vários apelos para a dádiva de sangue, atendendo a um súbito aumento do número de doentes queimados.

“Cumpre ao IPST informar que, na atualização mais recente das suas existências, pelas 15:30, as reservas nacionais ascendiam a mais de 15 mil unidades de concentrados de eritrócitos”, refere em comunicado, explicando que é uma situação “distante da necessidade de apelo”.

O instituto acrescenta que grupos sanguíneos B- e A- têm “uma reserva confortável de 7 a 10 dias e todos os outros grupos têm reservas de mais de 10 dias”.

O IPST garante que os portugueses podem “estar seguros”, uma vez que as reservas garantem que os pedidos que sejam endereçados pelas unidades de saúde de qualquer ponto do país podem ser atendidos de forma rápida.

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo - o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades -, provocaram pelo menos 36 mortos e dezenas de feridos, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas.

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou que o Governo assinou um despacho de calamidade pública, abrangendo todos os distritos a norte do Tejo, para assegurar a mobilização de mais meios, principalmente a disponibilidade dos bombeiros no combate aos incêndios.

As certezas enganadoras sobre os Outros
Editorial | Mário Santos, membro da Direção Nacional da APMGF
As certezas enganadoras sobre os Outros

No processo de reflexão da minha prática clínica, levo em conta para além do meu índice de desempenho geral (IDG) e da satisfação dos meus pacientes, a opinião dos Outros. Não deixo, por isso, de ler as entrevistas cujos destaques despertam em mim o interesse sobre o que pensam e o que esperam das minhas funções, como médico de família. Selecionei alguns títulos divulgados pelo Jornal Médico, que mereceram a minha atenção no último ano: