A cada minuto morrem duas crianças menores de cinco anos com pneumonia
DATA
28/11/2017 11:09:39
AUTOR
Jornal Médico
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A cada minuto morrem duas crianças menores de cinco anos com pneumonia

A cada minuto duas crianças menores de cinco anos morrem de pneumonia no mundo, tratando-se, assim, de uma doença que mata cerca de um milhão de crianças por ano, embora o tratamento consista em antibióticos que custam apenas 34 cêntimos.

A informação, citada ontem pela agência espanhola EFE, consta do manifesto da Organização Não Governamental “Save the Children”, que entende a pneumonia como a “doença da pobreza”, sendo a principal causa de morte infantil por patologias infeciosas nos países economicamente mais atrasados e subdesenvolvidos.

De acordo com esta ONG, que fixou como objetivo salvar um milhão de vidas nos próximos cinco anos, esta doença mata mais do que a malária, a diarreia e o sarampo juntos.

A organização sustenta que a administração do antibiótico amoxicilina custa apenas 34 cêntimos, "menos que um pacote de doces num supermercado ocidental", porém, não está disponível em muitos centros de saúde dos países mais afetados pela doença, como a Tanzânia e a República Democrática do Congo.

Para reduzir o número de vítimas, a ONG reclama vacinas mais baratas e pede aos governos planos de ação que assegurem a disponibilidade de antibióticos em todo o mundo, assim como o acesso universal a centros de saúde com pessoal capacitado para diagnosticar a doença de forma "rápida e precisa".

A ONG propõe ainda o estabelecimento de alianças público-privadas para ampliar as provisões de oxigénio, necessário para ajudar as crianças que "lutam por respirar", e a adoção de medidas para ajudar os mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo que não têm acesso a serviços médico-sanitários.

As certezas enganadoras sobre os Outros
Editorial | Mário Santos, membro da Direção Nacional da APMGF
As certezas enganadoras sobre os Outros

No processo de reflexão da minha prática clínica, levo em conta para além do meu índice de desempenho geral (IDG) e da satisfação dos meus pacientes, a opinião dos Outros. Não deixo, por isso, de ler as entrevistas cujos destaques despertam em mim o interesse sobre o que pensam e o que esperam das minhas funções, como médico de família. Selecionei alguns títulos divulgados pelo Jornal Médico, que mereceram a minha atenção no último ano: