CUF: sete anos de missões de otorrinolaringologia em São Tomé e Príncipe
DATA
20/02/2018 10:35:38
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Jornal Médico
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CUF: sete anos de missões de otorrinolaringologia em São Tomé e Príncipe

O Hospital CUF Infante Santo colabora, desde 2011, no projeto “Saúde para Todos”, implementado pelo Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF), e que leva equipas de médicos, técnicos, enfermeiros, audiologistas e terapeutas da CUF a São Tomé e Príncipe.

Hoje, em visita de estado a São Tomé e Príncipe, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, “participará num encontro com profissionais de saúde, educação e formação profissional, no qual será apresentada a intervenção do IMVF no país. Neste encontro irão marcar presença representantes das equipas clínicas, que integram as missões das diferentes especialidades, entre os quais se encontra o diretor clínico e coordenador do Centro de Otorrinolaringologia do Hospital CUF Infante Santo e Professor Catedrático da Nova Medical School, João Paço, que fará o balanço das mais de 20 missões realizadas pela equipa a São Tomé e Príncipe nos últimos sete anos”, revelou a CUF em comunicado.

“Em cada missão, as equipas operam entre 20 a 30 doentes, fazendo uma média de 100 a 150 consultas. Em 24 missões, somam-se mais de 1.000 rastreios e mais de 500 cirurgias”, pode ler-se na nota emitida, que acrescenta que foram também desenvolvidos “programas especiais para as crianças surdas, nomeadamente para a sua integração social, assim como programas de língua gestual”.

Neste encontro serão ainda apresentados os resultados de uma investigação científica, subsidiada pela Academia CUF em colaboração com a José de Mello Saúde, sobre as causas da grande incidência da surdez infantil em São Tomé e Príncipe, que deu origem ao doutoramento da Otorrinolaringologista da CUF, Cristina Caroça.

Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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