DECO Proteste e USF-AN: “A Minha Saúde, a Minha Comunidade”
DATA
23/02/2018 13:10:51
AUTOR
Jornal Médico
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DECO Proteste e USF-AN: “A Minha Saúde, a Minha Comunidade”

A DECO Proteste e a Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiares (USF-AN) apresentam oficialmente o projeto “A Minha Saúde, a Minha Comunidade”, que visa implementar nas Unidades de Cuidados de Saúde Primários Portuguesas várias comissões formadas por utentes.

“O projeto arranca este ano e pretende dotar a sociedade civil de um maior conhecimento sobre participação dos cidadãos em saúde, em estreita colaboração com as administrações das mesmas”, indicou a organização em comunicado.

Este projeto desenvolve, em parceria com a Universidade de Aveiro, uma formação destinada a todos os interessados em integrar as Comissões de Utentes da sua Unidade de Saúde, “com o objetivo de garantir uma participação mais sólida e proativa dos cidadãos na gestão dos cuidados de saúde nas suas comunidades”, pode ler-se na nota a que o Jornal Médico teve acesso.

Em debate, no próximo dia 27, na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), estarão os objetivos deste projeto para 2018 e ainda a importância do envolvimento dos cidadãos na causa pública e no futuro do Sistema Nacional de Saúde.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.