INSA na Guiné-Bissau apoia capacitação laboratorial e vigilância de doenças infeciosas
DATA
14/03/2018 10:33:38
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Jornal Médico
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INSA na Guiné-Bissau apoia capacitação laboratorial e vigilância de doenças infeciosas

O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através do seu Departamento de Doenças Infeciosas, iniciou uma nova missão de apoio à República da Guiné-Bissau ao nível da capacitação laboratorial e vigilância epidemiológica de doenças infeciosas.

Esta iniciativa, que está prevista terminar em setembro, conta com a colaboração e financiamento do Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos da América (CDC-Atlanta), no âmbito da Agenda de Segurança Mundial da Saúde.

A missão do INSA, conforme explicou em comunicado, “tem como principal objetivo continuar a apoiar o reforço das capacidades do Instituto Nacional de Saúde Pública da Guiné-Bissau (INASA) nas áreas do diagnóstico laboratorial e da vigilância epidemiológica de doenças prioritárias, de forma a garantir uma resposta eficiente e atempada a surtos e emergências, assim como contribuir para a melhoria da organização e funcionamento do Laboratório Nacional de Saúde Pública (LNSP) da Guiné-Bissau”. Sarampo, doenças parasitárias, arbovírus e meningite bacteriana são algumas das doenças que serão focadas nesta fase do projeto, revelou.

Nos últimos três anos, o INSA tem participado em várias missões de cooperação com a Guiné-Bissau que, “até ao momento permitiram, por exemplo, dotar o LNSP da Guiné-Bissau de uma equipa de técnicos com capacidade e competências técnicas para realizar o diagnóstico molecular de doenças infeciosas de forma autónoma e melhorar o seu desempenho, graças à implementação de novas regras para os procedimentos de receção, registro e armazenamento. Foi também possível melhorar o sistema de biossegurança, a organização e uso do equipamento disponível no laboratório”, pode ler-se na nota emitida.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.