Coimbra acolhe Cimeira Mundial da Saúde
DATA
09/04/2018 14:42:51
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Jornal Médico
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Coimbra acolhe Cimeira Mundial da Saúde

Durante os próximos dias 19 e 20 de abril, Coimbra será palco da World Health Summit (WHS) Regional Meeting, o sexto encontro regional anual da WHS.

O Convento São Francisco vai acolher mais de 20 workshops e quatro sessões plenárias que, através de especialistas, investigadores, académicos, decisores políticos e outros atores de relevo do setor, colocam em debate temas relacionados com a gestão de doenças infeciosas e a governação para a equidade na saúde nos países de baixa e média renda, as oportunidades e desafios na transição da inovação para os cuidados de saúde e a educação Biomédica num mundo em mudança.

O encontro, que conta com cerca de 600 participantes e 120 oradores de mais de 40 países, tem como foco principal a Saúde Global dos Países Africanos. Como explica o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, Fernando Regateiro, “a forte representação por parte das nações pertencentes à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) explica-se pelos laços estreitos que ligam Coimbra a cada um deles. Nesta Reunião Regional da Cimeira Mundial de Saúde, pretendemos promover o desenvolvimento conjunto de novas abordagens e estabelecer colaborações frutíferas tanto com os nossos parceiros da CPLP como com os nossos parceiros internacionais”.

Para o reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, “este evento irá além de apenas propor soluções para uma abordagem mais integradora e inclusiva. Nele, convidados especiais, palestrantes, especialistas, participantes, comunicadores sociais e figuras da sociedade civil trabalharão juntos para identificar respostas sustentáveis que também sejam amplamente executáveis. A história mostra que somos capazes de encontrar novos caminhos, unir pessoas, ideias e desenvolver novas alternativas”.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.