CHTMAD investe 16 M€ em Vila Real, Lamego e Chaves
DATA
27/04/2018 11:11:54
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Jornal Médico
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CHTMAD investe 16 M€ em Vila Real, Lamego e Chaves

O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD) decidiu investir 16 milhões de euros em equipamentos de diagnóstico e terapêutica, obras nos blocos de parto e operatório e implementação do balcão único.

Em declarações à agência Lusa, o presidente do conselho de administração do CHTMAD, João Oliveira, afirmou que “2018 é um ano de mudança”, na medida em que o centro hospitalar, com sede social em Vila Real, vai “consolidar investimento estruturantes” em equipamentos e, também, em obras de remodelação e de renovação.

A partir da próxima semana, cerca de 3.500 utentes da urgência ou internamento de Lamego deixam de ter de se deslocar a Vila Real para realizar uma TAC, uma vez que este equipamento passa a estar disponível nesta localidade, tendo sido aprovado pelo Ministério das Finanças (MF). De salientar, que eram gastos cerca de 45 mil euros, por ano, em deslocações de utentes que necessitavam realizar este exame.

O MF aprovou ainda a ressonância magnética para o Hospital de Vila Real, um equipamento que deverá estar instalado durante o verão, que irá permitir que estes exames sejam realizados internamente. A CHTMAD gasta entre 900 mil euros a um milhão de euros, por ano, em ressonâncias magnéticas.

Segundo João Oliveira, estes dois equipamentos representam um investimento de 1,2 milhões de euros.

Já relativamente ao novo acelerador linear para reforçar a unidade de radioterapia do Centro Oncológico do CHTMAD, que é reivindicado há vários anos, está previsto um investimento de 5,5 milhões de euros.

Além disso, em 2018, vai arrancar um investimento de 4,5 milhões de euros na melhoria da eficiência energética do Hospital de Vila Real, com intervenções, por exemplo, a nível da renovação de caixilharias ou de vidros. O financiamento está inserido no âmbito do programa operacional POSEUR (Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos).

Em breve, será ainda lançado um concurso para a renovação do bloco operatório de Chaves, num investimento de 1,8 milhões de euros, com financiamento comunitário de 900 mil euros. Recorde-se que, há mais de 30 anos, este espaço nunca sofreu qualquer intervenção. No entanto, está ainda sob autorização de tutela.

No âmbito do serviço de medicina interna será criada uma unidade de ambulatório, financiada em 150 mil euros, que visa a prevenção, a proximidade e um atendimento mais rápido dos doentes. Já o projeto do balcão único, conta com uma verba de um milhão de euros.

“Este investimento vai-nos permitir fazer uma renovação drástica no atendimento hospitalar em todas as unidades e vai permitir que os utentes possam interagir melhor com o centro hospitalar”, explicou João Oliveira.

Uma oportunidade de ouro
Editorial | Nuno Jacinto
Uma oportunidade de ouro

O ano que agora terminou foi sem dúvida atípico, fora do normal e certamente ficará para sempre na nossa memória individual e coletiva. Mas porque, apesar de tudo, há tradições que se mantêm, é chegada a hora de fazer um balanço de 2020 e perspetivar 2021.

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