“Teste do pezinho” regista mais 198 nascimentos nos primeiros quatro meses do ano
DATA
21/05/2018 12:05:38
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS


“Teste do pezinho” regista mais 198 nascimentos nos primeiros quatro meses do ano

Nos primeiros quatro meses deste ano, nasceram pelo menos 27.157 bebés, mais 198 face ao mesmo período do ano passado, segundo os dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido como “teste do pezinho”.

Coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, este programa cobre a quase totalidade de nascimentos.

Embora não seja obrigatório, podendo existir mais nascimentos do que os testes sugerem, o “teste do pezinho” continua a ser um indicador relativo à natalidade em Portugal, tendo em conta uma taxa de quase 100% de cobertura.

Nos primeiros quatro meses de 2018 foram estudados 27.157 recém-nascidos, mais 198 do que face ao período homólogo de 2017, em que se estudaram 26.959.

O maior número de testes foi realizado em Lisboa, com 8.085 testes, seguido pelo Porto, com 4.786 testes e por Braga, com 2.062. Já a região com menos nascimentos terá sido Bragança, com apenas 191 testes realizados.

Recorde-se que, no último ano, este teste permitiu aferir uma diminuição da natalidade em relação a 2016. Pelo menos 86.180 crianças nasceram em 2017, menos 1.397 do que em 2016, uma diminuição que ocorre após três anos consecutivos do aumento de nascimentos, segundo os “testes do pezinho” então realizados.

O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo
Editorial | Jornal Médico
O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo

O Novo Livro Azul da APMGF é um desejo e uma necessidade. Volvidos 30 anos é fácil constatar que todos os princípios e valores defendidos no Livro Azul se mantêm incrivelmente atuais, apesar da pertinência do rejuvenescimento que a passagem dos anos aconselha. É necessário pensar, idealizar e projetar a visão sobre os novos centros de saúde, tendo em conta a realidade atual e as exigências e necessidades sentidas no futuro que é já hoje. Estamos a iniciar um novo ciclo!

Mais lidas