OMS quer reduzir em 90% mortes por cólera e acabar com tuberculose e poliomielite
DATA
25/05/2018 17:29:10
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Jornal Médico
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OMS quer reduzir em 90% mortes por cólera e acabar com tuberculose e poliomielite

A porta-voz da OMS, Fadela Chaib, revelou durante uma conferência de imprensa, em Genebra, que a cólera é responsável por 95.000 mortes por ano, afetando 2,9 milhões de pessoas em países com poucas infraestruturas, sistemas de saúde deficitários e em situações de conflito social.

Com o novo plano, a OMS espera aumentar a sua capacidade para ajudar os países que lutam contra a cólera, reforçando a sua liderança global e papel de coordenação nesta área.

Além disso, os delegados que participam na Assembleia Mundial da Saúde (AMS) adotaram outra resolução que desafia o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, e os Estados-membros a apoiar a reunião de alto nível da Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro, onde será discutido o "caminho para acabar com a tuberculose”.

Esta resolução exige que os Estados-membros aumentem os esforços para eliminar a doença. A organização apela ainda para que se desenvolva uma nova estratégia global para a investigação e inovação médica no campo da tuberculose.

Segundo a OMS, em 2016, morreram 1,7 milhões de pessoas, sendo a tuberculose uma das dez principais causas de morte no mundo.

A estratégia a cinco anos da organização para erradicar a poliomielite foi, também, revista durante o encontro, reforçando os sistemas de vacinação e procedimentos de urgência nos países que têm as ferramentas necessárias para manter o “mundo livre” da doença.

A AMS é o principal órgão de decisão da OMS, responsável por aprovar as diretrizes e recursos do trabalho a realizar pela organização.

A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.

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