APCC vai percorrer todo país para alertar sobre perigos da exposição solar
DATA
03/07/2018 13:01:06
AUTOR
Jornal Médico
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APCC vai percorrer todo país para alertar sobre perigos da exposição solar

A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) inicia já este sábado, no Porto, uma campanha de alerta sobre cuidados a ter com o sol em férias e no trabalho, que inclui um roteiro itinerante por todo o país.

De acordo com a APCC, a carrinha de sensibilização vai percorrer, pela primeira vez, até ao final de julho, o país de norte a sul e do litoral ao interior, junto de praias marítimas e fluviais, bem como locais de trabalho ao ar livre, nomeadamente junto de trabalhadores da construção civil e agricultura.

“Neste Verão, com Moderação” é a mensagem que a APCC irá transmitir nesta iniciativa que conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV) e da Direção Geral da Saúde.

Este sábado, na Avenida Brasil, no Porto, o dermatologista e presidente da APCC, Osvaldo Correia, assim como outros dermatologistas e diversas figuras públicas - como a ex-atleta Rosa Mota e o apresentador de televisão Jorge Gabrielc – vão lançar esta campanha.

A elevada incidência dos cancros da pele, a necessidade de melhorar a proteção solar, bem como explicar como fazer um autoexame são apenas alguns dos temas abordados nesta cerimónia.

Já no domingo, será a vez da praia fluvial de Macedo de Cavaleiros, em Coimbra, receber a carrinha de sensibilização.

Ao longo do mês de julho, o Roteiro de Verão vai passar por várias regiões do país, onde estão previstas sessões de esclarecimento da população, com a participação de dermatologistas locais.

É o 16.º ano consecutivo de ações de sensibilização nas praias, organizadas pela APCC, contudo o primeiro em que será feito um roteiro itinerante por todo o país.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.