Brasil: Confirmados 744 casos de sarampo
DATA
19/07/2018 11:49:43
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Jornal Médico
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Brasil: Confirmados 744 casos de sarampo

O Ministério da Saúde do Brasil informou que pelo menos 744 pessoas foram infetadas com sarampo, num surto decorrente de casos importados da Venezuela.

De acordo com este Ministério, a maioria dos casos foram detetados nos estados de Roraima e no Amazonas, próximos da fronteira com a Venezuela, onde o sarampo tem vindo a alastrar-se.

“Os surtos estão relacionados com a importação. Isso ficou comprovado pelo genótipo do vírus (D8) que foi identificado, que é o mesmo que circula na Venezuela”, adiantou um boletim divulgado pelo Ministério de Saúde brasileiro.

Até 17 de julho, o estado de Roraima confirmou 216 casos de sarampo, sendo que 160 continuam em investigação. Foram, ainda, confirmados 444 casos de sarampo no Amazonas, dos quais 2.529 permanecem em investigação.

Já nos estados de Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Rondônia foram identificados apenas casos isolados.

O total de infeções inclui, também, 67 indígenas venezuelanos e brasileiros.

O Governo brasileiro está a reforçar os esforços de vacinação e , entre 6 e 31 de agosto, vai avançar com uma ampla campanha de vacinação para tentar travar o avanço da doença.

"A meta de vacinação contra o sarampo é de 95%. Em 2017, dados preliminares apontam que a cobertura no Brasil foi de 85,21% na primeira dose (tríplice viral) e de 69,95% na segunda dose (tetra viral)", concluiu o Ministério da Saúde brasileiro.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.