Ébola: Confirmadas sete vítimas mortais na RDCongo
DATA
07/08/2018 14:50:53
AUTOR
Jornal Médico
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Ébola: Confirmadas sete vítimas mortais na RDCongo

O Ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDCongo) confirmou a existência de mais quatro vítimas mortais por Ébola, na província do Kivu do Norte.

Com a confirmação de mais quatro mortes, o número de vítimas mortais sobe para sete entre os 16 casos confirmados, desde que o novo surto foi declarado, no passado dia 1 de agosto.

Todos os casos foram registados na região de Beni, em Mabalako, próximo da vila de Mangina, onde a epidemia teve início.

"No total, 43 casos de febre hemorrágica foram sinalizados na região, entre os quais 16 confirmados e 27 prováveis. Estão a ser investigados outros 31 casos suspeitos", detalhou o Ministério no boletim epidemiológico de segunda-feira.

Doze equipas de vacinação serão enviadas para as diferentes zonas mais afetadas, adiantou a mesma fonte.

A Organização Mundial de Saúde alertou que o novo surto na província de Kivu do Norte coloca um particular desafio, por ser considerada uma “zona de guerra” com diversos grupos armados ativos e milhares de civis deslocados.

A proximidade da cidade de Beni e o intenso tráfego fronteiriço com o Uganda e o Ruanda também complicam os esforços para conter a doença.

Recorde-se que a RDCongo anunciou o surgimento desta nova epidemia uma semana após ter declarado o fim de um anterior surto no noroeste, que registou 33 mortes.

Até agora, não se sabe se existe uma relação entre o novo surto, que surgiu a 2.500 quilómetros, com o anterior.

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Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.