BE questiona tutela sobre reforço de profissionais no INEM
DATA
09/08/2018 12:14:58
AUTOR
Jornal Médico
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BE questiona tutela sobre reforço de profissionais no INEM

O Bloco de Esquerda (BE) quer saber quantos profissionais serão contratados para reforçar o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), no âmbito de um novo processo de recrutamento anunciado pelo Governo.

Num requerimento enviado ao Ministério da Saúde, o partido apresenta nova questões relacionadas com a falta de profissionais no atendimento da linha 112 e no INEM.

Nos últimos dias, foram divulgadas informações dando conta de que o atendimento 112 estava com falhas de atendimentos devido à falta de profissionais a assegurar o serviço de atendimento.

Em resposta, o Governo revelou que “está a decorrer um novo processo de recrutamento junto da GNR”, o qual mereceu a atenção do BE.

No texto, o partido bloquista questiona a tutela sobre o número de contratações previstas, o tempo médio de atendimento da linha 112 e quantas chamadas foram recebidas entre os dias 1 e 7 de agosto de 2018, 2017 e 2016.

Segundo o BE, o ano passado saíram 57 trabalhadores do INEM e entre janeiro e maio deste ano já tinham saído outros 25.

Sobre as verbas para o INEM, o partido de esquerda refere que é incompreensível que o INEM possa estar a funcionar com bem devido à falta de profissionais, sobrecarregando os trabalhadores em funções dado que este organismo não está sujeito a cativações.

O partido pretende, ainda, saber qual o montante que a tutela prevê disponibilizar ao INEM até ao final de 2018, e, em média quantas horas extraordinárias são asseguradas pelos trabalhadores do INEM todos os meses.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.