OMS: Portugal tem baixo risco de importação de poliomielite
DATA
14/08/2018 14:53:12
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Jornal Médico
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OMS: Portugal tem baixo risco de importação de poliomielite

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), Portugal tem baixo risco de importação de poliomielite. Apesar da doença estar erradicada, o vírus ainda circula em África e na Ásia.

Segundo a última avaliação da Comissão para Certificação da Erradicação da Poliomielite da Região Europeia da OMS, Portugal tem “baixo risco de importação desta doença”, cujo último caso foi registado no nosso país em 1986.

Em comunicado, a Direção-Geral da Saúde (DGS) afirma que para “esta avaliação positiva” contribuiu “a forte aposta no Programa Nacional de Erradicação da Poliomielite” e a articulação com os serviços de saúde, que “têm sido fundamentais para este sucesso”.

“Mais de 30 anos volvidos, a poliomielite já não assusta pais, nem filhos. Hoje, são poucas as pessoas que se lembram da doença e das marcas que deixava para toda a vida”, tendo o caminho para a sua eliminação sido iniciado em Portugal com uma maciça campanha de vacinação em 1965.

Desde então, têm sido “mantidos elevados níveis de cobertura vacinal” resultantes da aplicação do Programa Nacional de Vacinação, sublinha a DGS, defendendo que “é preciso dar continuidade ao trabalho desenvolvido pois a doença está oficialmente eliminada em Portugal e na Europa desde 2002, no entanto continua a registar-se a circulação de vírus em alguns países de África e da Ásia”.

A DGS destaca que a vacinação é a “melhor medida preventiva” para reduzir o risco de circulação do vírus da poliomielite a nível mundial e a única que permite erradica esta doença.

Em Portugal, esta doença foi oficialmente eliminada em 2002. A vacina é administrada cinco vezes como medida profilática às crianças com 2, 4 e 6 meses e 1,5 e 5 anos.

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Editorial | Mário Santos, membro da Direção Nacional da APMGF
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No processo de reflexão da minha prática clínica, levo em conta para além do meu índice de desempenho geral (IDG) e da satisfação dos meus pacientes, a opinião dos Outros. Não deixo, por isso, de ler as entrevistas cujos destaques despertam em mim o interesse sobre o que pensam e o que esperam das minhas funções, como médico de família. Selecionei alguns títulos divulgados pelo Jornal Médico, que mereceram a minha atenção no último ano: