Lisboa: Formalizada colaboração para apoiar idosos isolados
DATA
17/09/2018 17:21:10
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Jornal Médico
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Lisboa: Formalizada colaboração para apoiar idosos isolados

O protocolo de colaboração do “Projeto Radar” pretende sinalizar idosos com mais de 65anos em situação de isolamento em Lisboa.

O protocolo foi assinado, hoje, pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, pela Câmara Municipal de Lisboa, pelo Instituto da Segurança Social, pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, pela Polícia de Segurança Pública e por Comissões Sociais de Freguesia e Juntas de Freguesia.

A iniciativa enquadra-se no programa “Lisboa, cidade de todas as idades”, que “trata da preparação, da construção e organização de uma cidade que se tem de adaptar para uma vida de pessoas que hoje vão viver mais tempo”, disse o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina.

“As pessoas hoje com 65 anos e mais estão muitas delas na plena capacidade da sua vida, querem participar na sociedade, na vida ativa, querem poder ler, poder ter acesso à cultura, querem poder ter acesso a novas formações que não tiveram”.

Em segundo lugar pretende-se criar “condições para que as pessoas vivam até mais tarde possível nas suas casas, com conforto e segurança”.

“À medida que envelhecem, vão tendo necessidades, às vezes de pequenas obras de adaptação nas suas casas, nos seus espaços, que ajudam a que elas se possam manter lá e que não tenham de sair para lares ou para outros locais”, acrescentou Fernando Medina.

O “Projeto Radar” visa, ainda, dar “uma resposta para aqueles que têm necessidade de acompanhamento médico ou até de acompanhamento mais institucionalizado ao nível da residência”, frisou o autarca.

Já o provedor da Santa Casa de Lisboa, Edmundo Martinho, sublinhou que este é um programa com “imensa ambição”, que está “aberto a todas as idades” e que procura “tornar a cidade de Lisboa ainda mais amiga das pessoas, sobretudo das pessoas mais velhas”.

A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.

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