Escola de Medicina da UMinho assinala 18.º aniversário
DATA
08/10/2018 10:59:33
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Jornal Médico
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Escola de Medicina da UMinho assinala 18.º aniversário

A Escola de Medicina da Univerisdade do Minho (EMUM) assinala, hoje, o 18.º aniversário. O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, será uma das figuras presentes nas celebrações.

A cerimónia incluiu a assinatura de um protocolo entre a Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN) e o novo Centro de Medicina P5, dirigido pelo professor catedrático Nuno Sousa.

A assinatura do protocolo, pelo coordenador do P5 e pelo presidente da ARS-Norte, Pimenta Marinho, marca o início de um projeto inovador em que os cuidados de saúde secundários vão ser o foco da atividade. Este projeto contará com uma forte componente tecnológica, promovendo diagnósticos mais rápidos, um acompanhamento digital mais eficiente e criando espaço para uma melhor gestão individual da saúde.

Está prevista a entrega dos diplomas aos alunos graduados do último ano letivo e dos prémios anuais a investigadores, docentes e estudantes que se tenham destacado pelo seu trabalho, empenho e competência.

Durante a tarde há atividades de promoção do bem-estar físico e mental para todos os gostos, incluindo aulas de fitness e ima orquestra comunitária.

A EMUM, que até outubro de 2016 se designava Escola de Ciências da Saúde, é das mais recentes da UMinho e uma referência na área, destacando-se pela qualidade e diversidade dos programas académicos, como, por exemplo, a parceria com as universidades de Coimbra e Thomas Jefferson, nos Estados Unidos.

Note-se que o Centro Clínico Académico da EMUM é responsável por um terço dos ensaios clínicos em Portugal. A escola conta, ainda, com um certificado mundial “Aspire” pelo ensino de excelência e pelo envolvimento dos alunos. Desde 2008 que ocupa o primeiro lugar nacional nos exames de seriação para a especialidade médica.

Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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