António Costa destaca ganhos nos cuidados continuados
DATA
27/11/2018 09:34:26
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Jornal Médico
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António Costa destaca ganhos nos cuidados continuados

O primeiro-ministro, António Costa, destacou os ganhos de saúde, alcançados nos últimos três anos de governação, ao nível dos cuidados de saúde continuados, destacando a abertura de 922 camas, em articulação com o terceiro setor e o poder local.

"Ao longo destes três anos, já foi possível abrir 922 novas camas de cuidados continuados integrados simples, às quais se acrescentam algumas unidades especializadas em saúde mental ou de outras de cuidados paliativos", afirmou o primeiro-ministro.

Na inauguração de uma unidade de cuidados continuados e de reabilitação de média duração, em Cabeceiras de Basto, distrito de Braga, com capacidade para 30 camas, o chefe do Governo acrescentou que, recentemente, foram celebrados acordos para a entrada em funcionamento de mais 220 camas, em vários pontos do país.

A unidade, inaugurada esta segunda-feira, é gerida por uma cooperativa liderada pela Câmara de Cabeceiras de Basto, que detém 80% do capital. O restante foi subscrito pela sociedade civil, uma parceria que foi elogiada na cerimónia.

Para António Costa, a transferência de novas competências para as autarquias, nomeadamente na área da Saúde, irá permitir acentuar o trabalho de defesa do Serviço Nacional de Saúde, tornando-o cada vez mais ajustado às necessidades das populações.

"Os municípios, estando mais próximos das pessoas, estando mais próximos dos problemas, podem desenvolver mais atividades, designadamente nesta área da saúde", afirmou o chefe do Governo.

"Temos de continuar a fazer este trabalho, a desenvolver esta rede para preencher muitas lacunas que ainda existem. Temos de continuar a corresponder àquilo que é a realidade demográfica do nosso país e às necessidades que a nossa população tem", frisou.

Note-se que a unidade de saúde, que representou um investimento de dois milhões de euros, está em funcionamento já há sete meses e recebe doentes de vários concelhos da região norte. O novo equipamento permitiu criar 40 postos de trabalho diretos e 15 indiretos.

800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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