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Lisboa lança campanha de sensibilização sobre VIH/SIDA
DATA
28/11/2018 12:24:23
AUTOR
Jornal Médico
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Lisboa lança campanha de sensibilização sobre VIH/SIDA

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) acaba de lançar uma campanha de sensibilização, intitulada “Parar o VIH está nas nossas mãos”. O objetivo é aumentar o conhecimento da população ao nível da prevenção e transmissão do vírus da SIDA.

A campanha resulta da iniciativa “Lisboa, cidade sem SIDA”, que resulta de uma colaboração entre a CML e o Grupo de Ativistas em Tratamentos, com o apoio da Direção-Geral da Saúde, da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e de outras associações e entidades que trabalham na área do VIH e SIDA.

Esta campanha pretende, essencialmente, “aumentar o conhecimento da população da cidade de Lisboa relativamente à prevenção e transmissão do VIH”, bem como “aumentar a visibilidade da temática do VIH e SIDA”, refere a nota enviada à agência Lusa.

A campanha, que será divulgada em cartazes, folhetos e vídeos, encontra-se dividida em quatro temas: “rastreio da infeção, profilaxia pré-exposição (PrEP), profilaxia pós-exposição e indetetável=instransmissível”. Por sua vez, cada tema tem a respetiva “personagem real que relata a sua experiência e aborda a importância da temática”.

Os vídeos serão divulgados no site oficial da campanha e da CML e através das redes sociais. Já os folhetos serão distribuídos em locais estratégicos da cidade.

Para o vereador dos Direitos Sociais da CML, Manuel Grilo, “é fulcral aumentar a visibilidade da temática do VIH e incentivar as pessoas a fazer o rastreio regular”.

“Lisboa é a cidade portuguesa com maior número de novos casos e, para invertermos essa tendência, temos de apostar no aumento da informação disponível sobre a prevenção da infeção, no rastreio e na diminuição do estigma associado ao VIH. Só assim conseguiremos atingir os objetivos que estabelecemos para a iniciativa “Lisboa, cidade sem Sida”, salienta o responsável.

Recorde-se que no próximo dia 1 de dezembro assinala-se o Dia Mundial de Luta Contra a SIDA.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.