Cerca de 1,3 milhões de idosos já se vacinaram contra a gripe
DATA
21/12/2018 10:59:52
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Jornal Médico
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Cerca de 1,3 milhões de idosos já se vacinaram contra a gripe

De acordo com os últimos dados do vacinómetro, que monitorizou a vacinação contra a gripe nos grupos prioritários desde o dia 15 de outubro, cerca de 1,3 milhões de idosos (65 anos ou mais) já se vacinaram contra a gripe.  

Os dados dão contam que a vacina foi, até agora, administrada a cerca de 65,5% dos indivíduos com 65 ou mais anos, o que representa uma subida de 7,2% face ao período homólogo do ano passado.

No caso dos indivíduos portadores de doença crónica, sabe-se que 54,8% foram vacinados, o que mostra uma tendência de subida em cerca de 6,7% comparativamente a 2017.

Quanto aos profissionais de saúde com contacto direto com doentes, a taxa de vacinação contra o vírus da gripe foi de 50%, uma subida na ordem dos 0,9%.

Já os portugueses com idades compreendidas entre os 60 e os 64 anos, a cobertura foi de 33,1%, uma subida de 2,1% face ao ano anterior.

“Ao comparar estes dados com os do ano anterior, verificamos uma tendência superior na taxa de vacinação em todos os grupos de risco. Igualmente, existe uma evidente tendência de subida em dois dos principais grupos de risco, seja no grupo de 65 ou mais anos e no grupo de doentes crónicos”, lê-se na nota enviada às redações.

No total, foram vacinados cerca de 1,33 milhões de portugueses com 65 ou mais anos, seguindo-se cerca de 241 mil cidadãos com idades entre os 60 e os 64 anos.

O grupo que demonstrou uma menor tendência de subida foi o grupo dos profissionais de saúde, apesar de 14,5% dos não vacinados demonstrar intenção de se vacinar. Estima-se, ainda, que no universo dos portugueses não vacinados em todos os grupos, cerca de 13,5% demonstram intenção de se vacinar.

Note-se do total do grupo de indivíduos vacinados, os motivos que levaram à vacinação foram: recomendação do médico (65,3%), iniciativa laboral (19,8%), iniciativa própria (12,5%), por pertença a um grupo de risco (0,6%) e, por último, recomendação do farmacêutico (0,1%).

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Editorial | Jornal Médico
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