“Teste do pezinho” regista aumento de nascimentos em 2018
DATA
18/01/2019 18:13:57
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS



“Teste do pezinho” regista aumento de nascimentos em 2018

Cerca de 87 mil crianças nasceram em Portugal em 2018, um ligeiro aumento face a 2017, de acordo com os dados do Instituto Nacional Ricardo Jorge (INSA) baseados no rastreio neonatal, conhecido por “teste do pezinho”.

No último ano, foram estudados no âmbito do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce 86.827 recém-nascidos, mais 674 do que em 2017, ano em que foram realizados 86.180 testes.

“Trata-se de um aumento ligeiro, mas nos últimos cinco anos apenas em 2016 foram estudados mais bebés (87.577)”, refere o INSA.

Lisboa registou o maior número de testes (25.672), seguindo-se do Porto com 15.699 e Braga com 6.692. Já os distritos de Bragança (596), Portalegre (681) e da Guarda (770) foram os que registaram o menor número de testes.

O mês de agosto foi o que registou o maior número de exames feito (8.044), enquanto fevereiro foi o que teve menos registos (6.199).

Em 2017, foram estudados 86.180 recém-nascidos, menos 1.397 do que em 2016, uma diminuição que ocorreu após três anos consecutivos de aumento de nascimentos, segundo os “testes do pezinho” realizados.

Coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, o Programa Nacional de Diagnóstico Precoce cobre a quase totalidade de nascimentos, sendo um indicador relativo à natalidade em Portugal, embora o teste não seja obrigatório.

O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo
Editorial | Jornal Médico
O Novo Livro Azul tem um passado e um futuro a defender e a promover num novo ciclo

O Novo Livro Azul da APMGF é um desejo e uma necessidade. Volvidos 30 anos é fácil constatar que todos os princípios e valores defendidos no Livro Azul se mantêm incrivelmente atuais, apesar da pertinência do rejuvenescimento que a passagem dos anos aconselha. É necessário pensar, idealizar e projetar a visão sobre os novos centros de saúde, tendo em conta a realidade atual e as exigências e necessidades sentidas no futuro que é já hoje. Estamos a iniciar um novo ciclo!

Mais lidas