ARSLVT conta com 35 novos médicos de família
DATA
25/01/2019 11:48:43
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Jornal Médico
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ARSLVT conta com 35 novos médicos de família

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) acaba de reforçar os seus cuidados de saúde primários, passando a contar, a partir de hoje, com 35 novos médicos de família (MF).

A colocação destes profissionais deriva do concurso lançado no final de 2018 e vai permitir que, até ao final de março, cerca de 60 mil utentes da região passem a ter MF atribuído, avança aquela ARS, num comunicado enviado hoje ao nosso jornal.

O total de 26 clínicos que terminou a 2.ª época do Internado da Especialidade de Medicina Geral e Familiar na ARSLVT e participou neste concurso permaneceu em Lisboa e Vale do Tejo, tendo a região conseguido cativar oito recém-especialistas oriundos de outras zonas do País e um especialista da região que até agora não tinha vínculo ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). Das 50 vagas atribuídas à ARSLVT neste procedimento concursal, 15 não foram preenchidas. 

De acordo com a nota enviada às redações, a grande maioria destes clínicos iniciará funções no início do próximo mês, sendo que todo o processo de colocação estará concluído até ao final de março. Estima-se que aproximadamente 60 mil utentes passarão a ter MF.

Para o presidente da ARSLVT, Luís Pisco, “a colocação destes 35 médicos de família é um importante reforço para os CSP da região e corresponderá a um ganho significativo para a saúde das pessoas abrangidas por este aumento de efetivos médicos. Os utentes vão certamente sentir diferença na resposta dada e conhecer as mais-valias inerentes ao acompanhamento por uma equipa de saúde ao longo das diversas fases da vida”. 

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Lisboa Central foi o que conseguiu preencher todas as quatro vagas. Seguem-se o Estuário do Tejo, Lezíria, Oeste Norte e Oeste Sul, com todos os três lugares ocupados. No extremo oposto está o ACES Almada-Seixal, que neste concurso não conseguiu cativar recém-especialistas para as suas três vagas.

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Editorial | Nuno Jacinto
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