ARSLVT e INSA assinam protocolo de colaboração
DATA
25/02/2019 10:58:45
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS


ARSLVT e INSA assinam protocolo de colaboração

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), representadas pelos seus mais altos dirigentes, assinam esta segunda-feira, 25 de fevereiro, um protocolo, que regula os termos segundo os quais os utentes do Serviço Nacional de Saúde têm acesso aos meios complementares de diagnóstico (MCDT) e terapêutica prestados pelo INSA.

Os MCDT são realizados pelo INSA, sendo a colheita dos produtos biológicos efetuada nos locais de prescrição da ARSLVT, ou nos locais de prestação de cuidados de entidades com as quais tenha celebrado acordos.

Na prossecução do objeto do presente protocolo, compete ao INSA assegurar o transporte dos produtos biológicos para as suas instalações quando a colheita se realize nos locais de prestação de cuidados com os quais tenha acordos.

Segundo comunicado enviado ao nosso jornal, o acesso dos utentes aos cuidados de saúde prestados pelo INSA efetua-se por iniciativa dos médicos que prestam serviço nos locais de prestação de cuidados da ARSLVT, ou nos locais de prestação de cuidados de entidades com as quais tenha celebrado acordos.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.